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As Visitas Desorientadas são pequenos espetáculos teatrais que ativam de forma terna, imaginativa e divertida os nossos museus e as suas coleções. Uma casa com obras de extraordinárias mulheres artistas e colecionadoras é-nos apresentada por uma amável fantasminha adolescente de outro século. Participe nesta viagem lúdica e inesperada, mas que está mergulhada em verdadeiro conhecimento.
Ver maisSemanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisLer, explorar e desconstruir estórias são o mote desta oficina de continuidade, para crianças dos 7 aos 10 anos, que acontece aos sábados. Os participantes são chamados a explorar as diferentes facetas da leitura e a participar num processo de reinterpretação.
Ver maisComo se relacionam os espaços da obra «Amor de Perdição» com os ambientes do Museu Romântico? Nesta visita pretende-se dar a conhecer os espaços domésticos românticos mencionados na mais icónica obra de Camilo Castelo Branco, em estreita relação com os universos evocados em «Metamorfoses». Participe nesta visita que irá dar a conhecer a obra do autor, na data que assinala os seus 199 anos.
Ver maisOficina coletiva de construção de máscaras em cartão, através de desenho, recortes e junções. Pintura das figuras criadas.
Ver maisO uso de Camellia em arranjos florais liga o Ocidente ao Oriente apesar das diferenças na arte da sua elaboração. Na tradição oriental (Ikebana), a forma do arranjo surge do nosso interior. No Ocidente, os arranjos de camélia são feitos de forma livre, mas garantem boa hospitalidade. Nesta oficina vamos elaborar um arranjo floral aplicando alguns destes princípios de composição.
Ver maisComo se relacionam os espaços da obra «Amor de Perdição» com os ambientes do Museu Romântico? Nesta visita pretende-se dar a conhecer os espaços domésticos românticos mencionados na mais icónica obra de Camilo Castelo Branco, em estreita relação com os universos evocados em «Metamorfoses». Participe nesta visita que irá dar a conhecer a obra do autor, na data que assinala os seus 199 anos.
Ver maisIniciativa de continuidade, que acontece ao sábado, dirigida a crianças dos 3 aos 6 anos. Acompanhados da família, os pequenos leitores são convidados a participar na Hora do Conto, seguida de um Ateliê Criativo.
Ver maisSemanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisCom a cidade em obras, aparecem materiais esquecidos debaixo da terra ou até escondidos num sítio secreto. Os arqueólogos são como detetives que escavam esses vestígios e investigam a presença das pessoas num determinado lugar e época. No Reservatório exploramos algumas dessas peças (umas inteiras, outras partidas), que contam histórias. Vamos imaginar, desenhar e completar tesouros, enquanto construímos um caderno de registo.
Ver maisA propósito do Dia Mundial da Felicidade, que se assinala a 20 de março, esta será uma sessão de promoção do bem-estar e prevenção em saúde mental, explorando o tema do stress e da ansiedade, numa perspetiva preventiva, abordando a sua origem, sinais e sintomas, impacto na saúde física e mental e destacando estratégias para lidar com o desassossego.
Ver maisA imponente pintura do rei D. Pedro IV que mora, qual ícone tutelar, na sala de leitura da Biblioteca Pública Municipal do Porto, é o veículo para uma aproximação de descoberta do seu autor e de uma personalidade transbordante da cultura da cidade: João Baptista Ribeiro. Nascido em 1790, em Vila Real, mas jovem radicado no Porto para estudar desenho, João Baptista Ribeiro poderá ser considerado o diretor-fundador do Museu do Porto: em pleno Cerco, é incumbido por D. Pedro IV de organizar o Museu Portuense (ou Museu de Pinturas e Estampas) e de coordenar a recolha de espólios dos mosteiros encerrados e das casas confiscadas aos rebeldes absolutistas; e, em 1836, é nomeado diretor, por decreto de D. Maria II. Deixa o Museu Portuense em 1839, já instalado no Convento de Santo António (abrirá ao público no ano seguinte). Durante o Cerco, mantém contactos próximos e regulares com D. Pedro, sendo presença assídua no Paço para executar o retrato do monarca, de quem receberia um prelo litográfico. Brilhante aluno de desenho dos mais importantes mestres do Porto do seu tempo, foi professor e diretor das três academias de Ensino Superior do Porto – a Academia Real de Marinha e Comércio, a Academia Portuense de Belas-Artes e a Academia Politécnica do Porto –, pintor, museólogo, pioneiro da litografia e do daguerreótipo. É responsável por uma verdadeira sementeira cultural portuense, em academias, museus e galerias de arte. Morre em 1868 e é sepultado no cemitério do Prado do Repouso.
Ver maisO IV Festival Internacional de Santa Cecília resulta da 25.ª edição do Concurso Internacional Santa Cecília, um prestigiado concurso que anualmente acolhe e apresenta o repertório de mais de 200 pianistas de todo o mundo. Parceira do festival, a Câmara Municipal do Porto atribui o Prémio Cidade do Porto ao primeiro classificado e, no Museu Romântico, podem-se escutar jovens pianistas que, com mais um passo, se afirmam no panorama internacional.
Ver maisSemanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisLer, explorar e desconstruir estórias são o mote desta oficina de continuidade, para crianças dos 7 aos 10 anos, que acontece aos sábados. Os participantes são chamados a explorar as diferentes facetas da leitura e a participar num processo de reinterpretação.
Ver maisDesde os primeiros rituais fúnebres que o homem tenta encontrar um lugar comum entre os que partem e os que ficam. Nesta deriva, vamos deambular pelo Prado do Repouso à procura da flora que habita o cemitério, seja ela cultivada ou espontânea, de grande porte ou rasteira, viva ou inanimada, decorativa ou ritualística. Vamos aprender sobre os usos alimentares e simbólicos de plantas como o cipreste, a perpétua-das-areias ou a pervinca (a fiore di morte usada desde a época Medieval na decoração de caixões de crianças).
Ver maisSemanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisIniciativa de continuidade, que acontece ao sábado, dirigida a crianças dos 3 aos 6 anos. Acompanhados da família, os pequenos leitores são convidados a participar na Hora do Conto, seguida de um Ateliê Criativo.
Ver maisJogo de descoberta de animais nas peças em exposição no museu e construção de objetos inspirados nos animais observados.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
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