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Nesta sessão, em estilo roleta russa, vamos percorrer o feed da página de Facebook de Júlio Gago. As publicações que calharem em sorte serão comentadas pelo convidado. Conhecido e prolixo orador, possuidor de uma memória fascinante, Júlio Gago foi durante mais de duas décadas Presidente da direção do CCT-TEP. Desde a sua reforma que se mantem um cronista da história da companhia, atualizando a sua página de Facebook com estimulantes crónicas que versam sobre diversos temas e onde o Teatro Experimental do Porto e figuras destacadas da vida cultural da cidade do Porto vêm, inevitavelmente, à baila.
Ver maisIniciativa de promoção da leitura, integrada no projeto «Trajetórias», que visa estimular o gosto pela partilha de livros e a interação social, contribuindo para o envelhecimento ativo da comunidade. Os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram para discutir opiniões e pontos de vista.
Ver maisOuvir a Sinfonia n.º 2 de Mahler (1860—1911), à qual o autor daria o título de «Ressurreição», constitui motivo de intensa meditação. A ideia nasceu quando Gustav Mahler ainda estava a escrever a primeira sinfonia, sentindo necessidade de dar uma identidade própria aos temas que agora se encontram numa das obras-primas da música de sempre. Pode dizer-se, aliás, que esta segunda sinfonia acompanha o caminho espiritual do seu autor: no início verifica-se angústia e sofrimento que vão evoluindo, gradualmente, numa espiritualidade libertadora. Este dilema desenvolve-se numa procura determinante. O final da sinfonia traz-nos a recapitulação do caminho percorrido: o ambiente fúnebre do começo, o tema «Dies Irae» que corresponde à consciência da pequenez e da imperfeição, sucedendo-se a marcha orquestral que ilustra a procissão para o «Juízo Final», até que soa a última trombeta do Apocalipse. E, assim, dá-se início à cantata sinfónica final com o poema «Ressurreição» de Friedrich G. Klopstock (1724-1803), num extraordinário crescendo que representa a afirmação do autêntico júbilo, assumido como força vital pelo compositor, num momento crucial da sua vida atribulada, em nome de uma forte e renovadora esperança.
Ver maisDocumento muito singular do Arquivo Histórico Municipal do Porto, radicado na Casa do Infante, este é o mais antigo testemunho escrito conhecido sobre a vida do Infante D. Henrique. Um manuscrito, em pergaminho, escrito em letra gótica cursiva faz o registo das despesas suportadas pelo Município do Porto com os festejos do batizado do Infante, em 1394, apenas quatro dias depois do seu nascimento. Este documento constitui um dos mais relevantes elementos na sustentação histórica da naturalidade portuense de «O Navegador» e do facto, muito provável, de ter sido, precisamente na «Casa do Infante» (donde o topónimo…), o local de nascimento do mais icónico protagonista da expansão marítima portuguesa, no século XV. Este pergaminho permite ainda um conhecimento sobre aquele acontecimento histórico e a respeito da cultura da época. Será agora pretexto para revistar o Porto no final do século XIV, as relações da cidade com o poder régio e a afinidade com a nova dinastia, e o seu desenvolvimento político e económico.
Ver maisEnganem-se os que acham que o Porto é apenas uma cidade de pessoas, para pessoas, com histórias de pessoas. A nossa cidade é também um local de biodiversidade, com um infindável potencial de revelação. Como embaixadoras da biodiversidade, as aves são um excelente ponto de partida para aprendermos como a Natureza subsiste ainda nas cidades. Mais do que apenas pombos, gaivotas e pardais, os nossos jardins abrigam um grande número de espécies, como o barulhento pica-pau, o curioso pisco-de-peito-ruivo ou o destemido melro, cada um com a sua história para contar. Neste percurso, os participantes serão convidados a aprender um pouco mais sobre o mundo das aves do Porto, revelado pelas que habitam os jardins de Massarelos, e desvendar alguns dos segredos da avifauna. Quais são as primeiras aves a acordar, ainda antes do Sol romper? Porque é que os pombos e gaivotas têm tanto sucesso na nossa cidade? Qual é o segredo escondido nas penas dos pavões dos jardins do Palácio de Cristal? E qual é a ligação entre o vinho do Porto e a ciência das aves em Portugal?
Ver maisO IV Festival Internacional de Santa Cecília resulta da 25.ª edição do Concurso Internacional Santa Cecília, um prestigiado concurso que anualmente acolhe e apresenta o repertório de mais de 200 pianistas de todo o mundo. Parceira do festival, a Câmara Municipal do Porto atribui o Prémio Cidade do Porto ao primeiro classificado e, no Museu Romântico, podem-se escutar jovens pianistas que, com mais um passo, se afirmam no panorama internacional.
Ver maisSemanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisLer, explorar e desconstruir estórias são o mote desta oficina de continuidade, para crianças dos 7 aos 10 anos, que acontece aos sábados. Os participantes são chamados a explorar as diferentes facetas da leitura e a participar num processo de reinterpretação.
Ver maisIniciativa de continuidade, que acontece ao sábado, dirigida a crianças dos 3 aos 6 anos. Acompanhados da família, os pequenos leitores são convidados a participar na Hora do Conto, seguida de um Ateliê Criativo.
Ver maisSemanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisEntre centenas de livros que nos contam a história da cidade, encontramos também na Casa do Infante, a Biblioteca do Cineclube do Porto. A viagem faz-se no tempo e em busca das primeiras imagens em movimento. Em família, vamos experimentar técnicas e criar objetos mágicos que desafiam a lógica e vivem da ilusão! Afinal como se animam os desenhos?
Ver maisO Dia Nacional dos Centros Históricos assinala-se oficialmente a 28 de março. No entanto, à semelhança das edições anteriores, o Porto antecipa a comemoração para o fim de semana, permitindo que mais pessoas usufruam de um programa pleno de iniciativas. Este ano, porém, há uma novidade! Com uma forte adesão de participantes, o Centro Histórico do Porto vai ser celebrado nos dias 23 e 24 de março, alargando-se assim o programa a dois dias, com um leque ainda maior de atividades para todos. Estão previstas diversas iniciativas como exposições, visitas guiadas, apresentações de música, teatro e dança, oficinas, percursos, animação de rua, num especial cuidado na programação para famílias e mais novos. Classificado como Património Mundial pela UNESCO desde 1996, o Centro Histórico do Porto estará em festa durante todo o fim de semana, com as atividades a começar logo de manhã cedo e a decorrer até ao final do dia.
Ver maisO filme tem um prólogo e quatro capítulos – as esperanças do fogo; as esperanças fuziladas; os surtos da amargura; o sono dos justos – descrevendo uma espécie de trajeto que vai da esperança à desolação. Entre o gás lacrimogéneo e os vapores de ópio, Philippe Garrel filma, num preto e branco deslumbrante (fotografia de William Lubtchansky), as noites impetuosas de um grupo de jovens de 20 anos em pleno Maio de 68. Sombras alucinadas, olhares embaciados, rostos intensos e cheios de amor nascente, as personagens libertam uma beleza de um outro tempo. No meio disso, um amor louco entre uma rapariga e um rapaz que reparam um no outro durante a insurreição. Todos os atores do grupo têm consciência de que foram filmados por um génio, o equivalente contemporâneo de Murnau, e que este filme é a nossa Aurora (Clothilde Hesme, atriz no filme, numa nota de apresentação da Cinémathèque Française).
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
Ver maisO passado conhece-se em termos de memória coletiva. A própria noção de identidade está ligada ao que perdura, ao que distingue e ao que se recorda. Tal como defende Gaspar Martins Pereira, «ao longo de quase dois milénios, fez-se, nas encostas xistosas do vale do Douro, uma paisagem vitícola singular, um vinho excecional. Mais do que um dom da natureza, o Vinho do Porto é, na sua essência, essa espessura histórica, um património cultural coletivo de trabalho e experiências, saberes e arte, que gerações e gerações acumularam». Neste Resgate será explorado um pergaminho do século XIII, que pode ser consultado no Arquivo Histórico Municipal do Porto, no qual D. Dinis determina que os vinhos do Douro podem ser vendidos em barcas, sobre a água, nos concelhos do Porto e Vila Nova de Gaia.
Ver maisA poesia de Eugénio de Andrade vai ao seu encontro e volta ao metro, nos dias 20 e 21 de março. O ponto de partida de uma Poesia Andante que se quer mais viva, livre e próxima de quem a sente e deseja.
Ver maisA poesia de Eugénio de Andrade vai ao seu encontro e volta ao metro, nos dias 20 e 21 de março. O ponto de partida de uma Poesia Andante que se quer mais viva, livre e próxima de quem a sente e deseja.
Ver maisAs Visitas Desorientadas são pequenos espetáculos teatrais que ativam de forma terna, imaginativa e divertida os nossos museus e as suas coleções. Uma casa com obras de extraordinárias mulheres artistas e colecionadoras é-nos apresentada por uma amável fantasminha adolescente de outro século. Participe nesta viagem lúdica e inesperada, mas que está mergulhada em verdadeiro conhecimento.
Ver maisO IV Festival Internacional de Santa Cecília resulta da 25.ª edição do Concurso Internacional Santa Cecília, um prestigiado concurso que anualmente acolhe e apresenta o repertório de mais de 200 pianistas de todo o mundo. Parceira do festival, a Câmara Municipal do Porto atribui o Prémio Cidade do Porto ao primeiro classificado e, no Museu Romântico, podem-se escutar jovens pianistas que, com mais um passo, se afirmam no panorama internacional.
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