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Muito se fala na crise dos modelos de educação na sociedade contemporânea e de como as instituições culturais, nomeadamente os museus, podem apresentar-se como espaços que não só repensam os modelos da relação de aprendizagem como oferecem experiências alternativas, complementares, potenciadoras do exercício de uma cidadania plena e alargada. Mas poderão mesmo os museus fazer isto? Como? E como se conjuga este desejo com as missões de conservação patrimonial? As perguntas são muitas e queremos promover encontros, sentarmo-nos e juntos darmos muito mais do que dois dedos de conversa.
Ver maisO Festival Porto Cello é o primeiro festival internacional de violoncelo a acontecer no Porto e Matosinhos, e terá a sua segunda edição entre 18 e 26 de maio de 2024. Com o violoncelo como protagonista e uma programação eclética, a segunda edição do festival alia a música à história, à dança, à pintura, ao yoga, à gastronomia e ao turismo. Além de dezenas de concertos de diferentes estilos para todas as idades, o festival propõe ainda visitas guiadas, palestras, performances e oficinas. No Museu e Bibliotecas do Porto, serão apresentados concertos no Museu Romântico, Casa do Infante, Biblioteca Municipal Almeida Garrett e Museu Guerra Junqueiro.
Ver maisEste local revela diferentes camadas visíveis com mais de 2500 anos que contam a história da cidade. Percorremos ruas e observamos marcas no tempo e no espaço pelas quatro portas da muralha primitiva (Vandoma, São Sebastião, Mentiras e Sant’Ana) numa luz oculta.
Ver maisNa 2.ª edição do Jazz no Reservatório, a abertura, 18 de maio, ficará a cargo do contrabaixista Carlos Bica, num encontro de gerações do jazz português, que juntará uma figura incontornável da nossa música improvisada e três jovens talentos a ter, sem dúvida, em linha de conta. O concerto será precedido de uma conversa, às 16H, sob o tema «Música improvisada e Inteligência Artificial», com moderação de Rui Miguel Abreu da revista «Rimas e Batidas».
Ver maisA história da cidade do Porto e dos seus habitantes é também povoada de horticultores, jardineiros e amantes da Natureza que tanto atuaram em espaços públicos como nas quintas de recreio privadas, no século XIX. Este breve percurso, que percorre os jardins da Quinta da Macieirinha e da Casa Tait, por entre árvores centenárias, convida à descoberta de várias histórias como a do legado botânico da família Tait e do refúgio bucólico de um rei exilado da Sardenha.
Ver maisNo Boletim Official da Administração Geral das Alfandegas e Contribuições Indirectas do Anno de 1895 foi fixado o quadro das apalpadeiras para as diversas estações dependentes das alfândegas. Da Coleção Aduaneira consta uma fotografia de figura feminina que terá exercido a função de apalpadeira. Num serviço oficial, com mão de obra essencialmente masculina, estes testemunhos destoam do contexto social da época e comprovam que as mulheres foram, paulatinamente, ocupando funções públicas. No âmbito do projeto “Um Objeto e Seus Discursos” e das comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril, a Alfândega do Porto propõe uma conversa em torno desta legislação e do rosto que simboliza as apalpadeiras recordando que Ser Mulher e lutar pela mudança é, ainda hoje, causa de desconforto e demonstra que o caminho para uma sociedade caraterizada pela igualdade de direitos entre todos os cidadãos precisa de continuar a ser trilhado.
Ver maisUm grupo de alunos do Conservatório de Música do Porto traz ao ambiente intimista desta casa um momento musical inesquecível com as sonoridades de autores hispânicos e de um clássico seiscentista inglês.
Ver maisUma das grandes inovações dos românticos foi terem trazido a natureza para o centro da vida e do pensamento através da integração de toda a sorte de elementos no espaço doméstico. No Museu Romântico o mundo vegetal, mineral e animal são singularmente convocados para dentro de casa.
Ver maisDurante o mês de maio, o Museu Romântico apresenta «Constelação Cláudio Carneyro», do compositor portuense que viveu entre 1895 e 1963. O ciclo divide-se em quatro concertos, onde a obra de Cláudio Carneyro terá um lugar de destaque, juntamente com obras de outros compositores como Claude Debussy, Gabriel Fauré, Luiz Costa, António Fragoso, Joly Braga Santos, Alexandre Rey Colaço, Charles Widor e Armando José Fernandes. Os concertos vão decorrer a cada sábado do mês de maio de 2024, pelas 16 horas. No dia 4, sobe ao palco o Rizoma Trio, composto pelos músicos Álvaro Pereira (violino), Sérgio de A (piano) e Tiago Azevedo e Silva (violoncelo), com um programa intitulado de «No Sonho de um Fauno». Dia 11, teremos oportunidade de ouvir Fernando Costa (violoncelo) e Luís Costa (piano). A pianista Maria José Souza Guedes e o flautista Luís Meireles apresentam-se em duo ao público, dia 18. O ciclo encerra-se no dia 25, com um concerto a cargo do pianista Constantin Sandu.
Ver maisNesta oficina, vamos "pôr as mãos" no barro para fazer pequenos vasos. Vamos também "pôr os olhos" nas antigas cerâmicas em exposição no Arqueossítio para nos inspirarmos a criar a sua forma e decoração.
Ver maisNa 2.ª edição do Jazz no Reservatório, a abertura, 18 de maio, ficará a cargo do contrabaixista Carlos Bica, num encontro de gerações do jazz português, que juntará uma figura incontornável da nossa música improvisada e três jovens talentos a ter, sem dúvida, em linha de conta. O concerto será precedido de uma conversa, às 16H, sob o tema «Música improvisada e Inteligência Artificial», com moderação de Rui Miguel Abreu da revista «Rimas e Batidas».
Ver maisA missão Democracia nasceu há 50 anos em Portugal. Vem de mãos dadas com a Liberdade e destina-se a pessoas especiais como tu. À tua espera, aguardam autores e ilustradores também especiais para bons momentos de conversa, seguidos de oficina artística, onde, certamente, darás voz a esta missão.
Ver mais«Quem saberá realmente como é o Crocodilo (…) De que cor será ele de verdade? Será que é bom, ou mau? – pergunta-lhes o Professor Elefante.» Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisAs Visitas Desorientadas são pequenos espetáculos teatrais que ativam de forma terna, imaginativa e divertida os nossos museus e as suas coleções. Uma casa com obras de extraordinárias mulheres artistas e colecionadoras é-nos apresentada por uma amável fantasminha adolescente de outro século, espertíssima e muito audaz para o seu tempo. E muito mais. Como o próprio nome indica, estas «visitas desorientadas» são viagens lúdicas e inesperadas, mas que estão mergulhadas em verdadeiro conhecimento, partem do estudo efetivo das exposições e suas peças, e são momentos de real aprendizagem, tal qual como nas mais comuns visitas orientadas que os museus costumam oferecer, mas desta vez com um viés onde o riso, a capacidade de comover e de sonhar levam sempre a melhor.
Ver maisConstruída em 1325, a Casa do Infante é assim designada por aí ter presumidamente nascido Henrique, o Navegador. O monumento nacional foi a antiga Alfândega da cidade e Casa da Moeda. Durante a visita observam-se ainda vestígios de ocupação romana, dos séculos IV e V com pavimentos de mosaico.
Ver maisNesta visita, os vestígios arqueológicos serão as pistas de uma viagem de descoberta da história do Morro da Penaventosa. Durante a viagem serão reveladas marcas escondidas desta história, desafiando os participantes a imaginar a cidade noutros tempos.
Ver maisA Torre da Câmara construída na viragem dos séculos XIV – XV, constitui-se como uma afirmação do poder crescente dos portuenses sobres os destinos da cidade. Da história do edifício subsistem algumas paredes pétreas, e vários testemunhos escritos e iconográficos que, até hoje, nunca foram suficientes para revelar a imagem global do magnífico edifício. Nesta visita será apresentada a reconstituição arquitetónica possível do edifício e seus espaços interiores.
Ver maisLevamos no bolso uma janela mágica que nos envolve numa viagem pelos cantos e recantos do Museu Romântico. Partimos à descoberta das estórias que se revelam por entre paisagens, seres fantásticos e outros que tais, reunindo tudo numa pintura de tonalidades crepusculares.
Ver maisCom esta oficina iremos descobrir um lugar que guarda as grandes histórias da cidade. Vem connosco montar as peças para o enigma desvendar. Preparados, estar prontos, partida!
Ver maisEste percurso propõe um périplo pelos locais relacionados com a estadia de Carlos Alberto no Porto. O antigo rei da Sardenha entrou na cidade pelo Carvalhido, no dia 19 de abril de 1849, onde foi recebido pelas autoridades civis, militares, religiosas e por inúmeras individualidades da sociedade portuense. Através da Rua de Cedofeita, e sempre com uma multidão a acompanhar a sua passagem, dirigiu-se para o então Largo dos Ferradores (atual Praça de Carlos Alberto), tendo ficado alojado na Hospedaria de António Bernardo Pexe (ou Peixe), instalada no Palacete dos Viscondes de Balsemão. Será visitado um aposento do 1.º andar do Palacete, que terá sido o quarto onde o antigo monarca dormiu. De seguida serão visitados outros locais relacionados com a estadia de Carlos Alberto na cidade, entre os quais a casa da Quinta da Macieirinha, na Rua de Entre Quintas, na qual passou a viver a partir de 14 de maio, até ao seu falecimento no dia 28 de julho de 1849, e onde a visita terminará.
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