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Iniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista. Nesta sessão, o Clube de Leitura da BMAG vai ler «O Amante do Crato» em «O Amante do Crato», de Maria Velho da Costa.
Ver maisO Quarteto 84 apresenta-se no Museu Romântico, num concerto de música de câmara mediado pelo Ensemble Contemporarte. Fundado por alunos da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, em outubro de 2023, sob orientação do professor e violoncelista Filipe Quaresma, Quarteto 84 conta com um programa de grandes obras: o Quarteto n.º 14 em Dó# Menor de Beethoven, escrito em 1826, que se acha ser o quarteto preferido do compositor; e Quarteto n.º 6 em Fá Menor de Felix Mendelssohn, composto em 1847 em homenagem à sua irmã Fanny que tinha falecido. São duas obras icónicas da história dos quartetos de cordas e da própria história da música, dadas ao luto e à tristeza. Sobre o Quarteto n.º 14 em Dó# Menor de Beethoven, Wagner referia ser «(...) certamente a coisa mais triste que já alguma vez tinha sido dita em notas».
Ver maisAo longo de mais de 2000 anos, a cidade do Porto foi sendo protegida por diferentes sistemas de muralhas e fortificações. O estudo destas estruturas oferece-nos uma perspetiva singular sobre a cidade, permitindo redescobrir a sua geografia, a evolução das dinâmicas urbanas e as transformações dos contextos políticos, económicos e sociais. Este curso é uma oportunidade para conhecer os dados mais recentes da investigação nesta área, desde os vestígios mais antigos, como é exemplo a muralha castreja identificada no logradouro do aljube eclesiástico, até às linhas defensivas do Cerco do Porto no século XIX. O curso está organizado em seis sessões, com uma periodicidade quinzenal, decorrendo às terças-feiras entre as 17h30 e as 19h00 para um auditório de 30 lugares, sendo obrigatória a inscrição prévia. A 9 de abril terá lugar a 1.ª sessão dedicada aos mais antigos vestígios de amuralhamento identificados na zona da Sé. As duas seguintes versarão sobre as muralhas medievais: a chamada cerca românica e a cerca gótica ou fernandina, respetivamente a 23 de abril e 7 de maio. A 21 de maio será a vez das novas fortificações da Época Moderna, e a 4 de junho será abordado o tema das linhas defensivas e baterias do período liberal. A última sessão, a 18 de junho, focará a linha da Circunvalação, uma extensa barreira construída já no limiar do século XIX para controle das entradas e saídas da cidade.
Ver maisNesta Deriva, os jardins e as cerca de 860 árvores da Quinta de Bonjóia são as protagonistas. Esta deambulação propõe um olhar atento, acompanhado de partilhas sobre as principais características de várias espécies, não esquecendo a referência aos mais antigos exemplares, à vasta comunidade de Choupos-Negros e às três dezenas de Ulmeiros. Junta-se ao elemento terra a sinergia do Yoga e a fluidez de movimentos corporais, num momento final em exercício coletivo.
Ver maisPequenos painéis de azulejo com registo de santos surgem aplicados nas fachadas de casas, quintas, palacetes e igrejas da cidade. A sua principal função é muitas vezes associada à proteção do lugar onde estão aplicados e ao forte fascínio devocional de que são objeto. Pegamos num exemplar da coleção do Banco de Materiais e ilustramos o tema desta sessão.
Ver maisSegundo Rui Vieira Nery, «enquanto Lisboa olhava para Paris como modelo civilizacional, o Porto olhava para Londres, ou mesmo para Hamburgo – as grandes cidades do comércio, da finança e da indústria, e era aí que os filhos dos empresários iam aprender o negócio da família (…), fazer o gran tour de transição para a idade adulta». Foi esse sentido de autonomia e de responsabilidade comunitária para com a Cultura; de orgulho regionalista misturado com uma clara vocação universalista; de pragmatismo na angariação e gestão de meios e de recursos sempre escassos; mas também – e sobretudo – um amor genuíno e constante à Música, que permitiram um percurso de mais de um século de atividade notável de marcantes personalidades artísticas.
Ver maisNa semana em que se assinala o Dia do Trabalhador, e no contexto da exposição que integra as comemorações dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril – Participação, Já! – o ciclo Um Objeto e Seus Discursos convoca para o debate um número especial do Boletim O Morador Pobre: Viva o 1º de Maio. O documento, que integra a coleção da Secção de Política da Biblioteca Pública Municipal do Porto, é testemunho e exemplo de um dos mais visíveis fenómenos reivindicativos do período quente que sucedeu a Revolução do 25 de abril. Conquistado o direito à liberdade de expressão e reunião, que uma ditadura de 48 anos condicionou, o golpe militar abriu portas a uma mobilização social sem precedentes ou paralelo na história nacional. Por todo o país, cresce o sentimento de luta por melhores condições de vida e emergem movimentos de rutura com a velha ordem. Reclama-se o direito ao trabalho, à educação, à saúde, à habitação. Em toda a parte, mas sobretudo nos grandes centros urbanos, as massas populares organizam-se para exigir mudança. Tal como nos outros setores da sociedade, o movimento de habitantes em condições precárias robusteceu-se. Organizados sob a forma de associações ou comissões de moradores, estes grupos disseminaram as suas reivindicações e conquistas em panfletos e boletins, como o que aqui se apresenta, e em manifestações de natureza diversa, com particular expressão no 1º de maio de 1974 e do ano subsequente. 50 anos após a Revolução e da explosão popular de um 1º de Maio vivido em plena liberdade, este testemunho documental de um corpo participativo, cívico e político, que moldou a experiência de democracia em Portugal, convoca-nos a refletir o nosso papel na sociedade atual, num tema tão contemporâneo como o da habitação.
Ver maisDurante o mês de maio, o Museu Romântico apresenta «Constelação Cláudio Carneyro», do compositor portuense que viveu entre 1895 e 1963. O ciclo divide-se em quatro concertos, onde a obra de Cláudio Carneyro terá um lugar de destaque, juntamente com obras de outros compositores como Claude Debussy, Gabriel Fauré, Luiz Costa, António Fragoso, Joly Braga Santos, Alexandre Rey Colaço, Charles Widor e Armando José Fernandes. Os concertos vão decorrer a cada sábado do mês de maio de 2024, pelas 16 horas. No dia 4, sobe ao palco o Rizoma Trio, composto pelos músicos Álvaro Pereira (violino), Sérgio de A (piano) e Tiago Azevedo e Silva (violoncelo), com um programa intitulado de «No Sonho de um Fauno». Dia 11, teremos oportunidade de ouvir Fernando Costa (violoncelo) e Luís Costa (piano). A pianista Maria José Souza Guedes e o flautista Luís Meireles apresentam-se em duo ao público, dia 18. O ciclo encerra-se no dia 25, com um concerto a cargo do pianista Constantin Sandu.
Ver mais«Ora aí está uma bela desculpa para um homem não ter de trabalhar. AH, AH, AH Dizer que é um urso». (…) O urso disse: «Mas eu não sou um urso». Que confusão. Afinal é ou não é? Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisAo longo de 2024, no primeiro sábado de cada mês, as crianças dos 6 aos 10 anos de idade são convidadas a assistir à Hora do Conto em língua inglesa, exercitando assim competências linguísticas de forma lúdica. Uma iniciativa realizada em cooperação com o British Council do Porto.
Ver maisO coelho, o porquinho e o ursinho correm com pressa para a casa do veado grande porque o lobo está a chegar. Quando finalmente chega.... Surpresa! Será que consegues adivinhar? Semanalmente, aos sábados, convidamos os mais pequenos a usufruírem da Biblioteca Popular de Pedro Ivo e dos seus jardins, participando de momentos de leitura, seguidos de atividades oficinais, artísticas e criativas.
Ver maisPerto da Sé, na rua de D. Hugo, há uma casa que conta a história de uma cidade. Nela encontramos 2500 anos encapsulados em 20 camadas descobertas por arqueólogos. Nesta oficina vamos em família construir um livro-escavação, onde ficarão escondidos pequenos fragmentos, reais e imaginados, de um dos lugares onde nasceu o Porto.
Ver maisNuma oficina em que começamos por conhecer algumas das mais interessantes peças de cerâmica e azulejo tradicional que estão no Banco de Materiais e outrora estiveram nos edifícios da cidade, vamos aprender a cuidar dos azulejos. Cada participante poderá experimentar o processo de limpeza da argamassa do tardoz do azulejo, bem como, a lavagem da sua face vidrada.
Ver maisMaio é o mês das Marias, das mães, das flores e das beijocas repletas de amores! Um beijinho no nariz, outro na bochecha e mais um na pestana! Um beijinho lambuzado, outro docinho e um demorado... Beijinhos repletos de amor, tal como um pássaro que beija a flor. SHHUACK! Quem não gosta de beijinhos? A avó e o avô adoram! E o elefante? E a serpente?
Ver maisMaria Filomena Molder não está certa de que o «inferno do novo», sobre o qual Baudelaire instruiu Benjamin, seja uma versão arcaica da chamada arte revolucionária. Aliás, naquela expressão, a palavra «novo» pede uma palavra oposta e só em relação a ela se pode compreender de que inferno se trata. Essa palavra é «antigo». Portanto, estamos no coração de uma temporalidade histórica. Ora, esse par de opostos já não faz parte do vocabulário existencial de ninguém a não ser como documento de antiquário. Em todo o caso, e tirando as consequências, Molder irá, nesta conferência, persistir na pergunta que lhe dá título, de modo a pôr à prova a sua ideia de que a expressão «arte revolucionária» pode servir vários finalismos sociológicos, políticos e históricos, mas não toca no enxame de obscuridades que as obras de arte costumam engendrar.
Ver maisO primeiro ciclo dedicado à música portuguesa revolucionária, encerra com a participação do coro juvenil Pró-Música, do Pró-Música EMcanto e da Escola de Música da Póvoa de Varzim, sob direção de Rui Silva. «Canções Heróicas» é o termo habitualmente utilizado para designar uma série de músicas compostas por Fernando Lopes-Graça. Adquiriram este nome pelo seu contributo para a exaltação da liberdade, dando força aos que lutavam contra o Estado Novo. A sua primeira versão, publicada em 1946, foi rapidamente proibida pela Censura. Ao longo de 50 anos, estas canções apenas circularam de forma clandestina, divulgada com grandes precauções, num meio muito restrito de pessoas. No dia 27 de abril, retomamo-las com a força de jovens vozes.
Ver maisPorque «tu não és uma criança qualquer (…) Vou contar-te um segredo para que fiques a saber o que pode acontecer nesta coisa de crescer...». Um segredo que revela como traquinas curiosos conseguem descobrir a magia em cada instante.
Ver maisNesta atividade vamos explorar o que a natureza nos oferece, fotografando plantas autóctones do meio envolvente e promovendo a valorização do património imaterial através da cianotipia. Conhecida como uma técnica de fotografia artística, uma das suas particularidades é a ausência de qualquer equipamento eletrónico, utilizando apenas o sol como veículo fotográfico e a água como meio de revelação. Os seus resultados são cianótipos ou cianotipias, onde o detalhe e os pormenores finos sobressaem em tom azul ciano monocromático.
Ver mais«Estão todos à espera para ver qual será o meu próximo desastre.» Descobre como um desejado convite, se torna num dos mais desastrosos e como o local mais improvável se pode tornar no «melhor sítio do mundo para festejar um aniversário».
Ver maisA paisagem envolvente do Museu Romântico preserva uma sugestiva narrativa de traçados, significados e memórias. Convidamos as crianças e famílias a participarem nesta oficina que contará com uma visita orientada aos olhares dos «detetives do território» para a descoberta destes vestígios e significados. Após a visita, propomos a criação coletiva de um mapa de perceção dos caminhos percorridos e dos elementos distintivos desta paisagem histórica urbana. O que vamos descobrir desta vez?
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