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Levamos no bolso uma janela mágica que nos envolve numa viagem pelos cantos e recantos do Museu Romântico. Partimos à descoberta das estórias que se revelam por entre paisagens, seres fantásticos e outros que tais, reunindo tudo numa pintura de tonalidades crepusculares.
Ver mais«Uma noite, o Rei sonhou com um pássaro branco, que trazia uma mensagem. Vós e a vossa Rainha receberão uma criança… (…) Mas deixo-vos um aviso: a princesa está sob um feitiço…» Como ajudar a pequena, grande princesa?
Ver maisNa sua palestra, Markus Gabriel argumentará que precisamos de nada menos que um Novo Iluminismo para superar a atual era de crises complexas e interligadas. O conferencista defende que chegamos a um momento em que a esperança por mudanças sociais radicais e positivas parece utópica e impossível de alcançar - tal é a natureza de um momento imediatamente antes de as revoluções acontecerem. A próxima revolução através da qual se pode esperar superar a condição crítica do momento presente não pode ser meramente política de forma direta. Pelo contrário, Gabriel defende que precisamos de uma revolução do nosso autorretrato, como seres humanos animais, uma compreensão inovadora de como encaixamos na natureza e, ainda assim, não pertencemos totalmente a ela. Markus Gabriel apresentará os contornos de uma nova antropologia com o objetivo de abrir a imaginação a práticas concretas de construção de um futuro revolucionário.
Ver mais«Fui possuído pela louca ânsia de representar numa única obra todo o mundo material», declarou Alexander von Humboldt em outubro de 1834. O Cosmo, esse empreendimento colossal de uma vida composto por 5 volumes, será o mote para conhecermos melhor o pensador e visionário, tão destemido quanto singular, que revolucionou a forma como ainda hoje vemos o mundo natural. Homem de contradições e aventuras, Alexander von Humboldt é a personagem perfeita para rumarmos em busca de novos mundos e embarcarmos numa viagem científica, emocional e estética.
Ver maisNo Dia Internacional de Monumentos e Sítios, este ano dedicado ao tema «Património e Mudança», os visitantes terão oportunidade de realizar visitas acompanhadas aos espaços que organizaram uma programação especial para este dia: Arqueossítio, Antiga Casa da Câmara e Reservatório.
Ver maisAula aberta com concerto de alunos do Conservatório Bomfim (Braga), com apresentação de peças de Eurico Cebolo, originalmente escritas para piano mas orquestradas para pequenos ensembles, sob direção de Paulo Barros.
Ver maisA partir de uma seleção de poemas sobre o «dia inicial inteiro e limpo», os alunos da Escola Secundária Aurélia de Sousa e Escola Profissional de Economia Social foram convidados a dizer os seus textos de predileção, numa leitura com a coordenação e encenação de João Pedro Mésseder e Catarina Luís.
Ver maisNa segunda sessão do ciclo de recitais «Ao Ritmo da Revolução», em comemoração dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974, em Portugal, o Museu Romântico acolhe um evento de clarinete solo com acompanhamento áudio de banda sinfónica, no qual se fará ouvir música portuguesa, incluindo alguns temas populares, com destaque para a obra «Langará» de autoria do compositor Alexandre Delgado, neto do "General Sem Medo", Humberto Delgado.
Ver maisIniciativa de continuidade, que acontece ao sábado, dirigida a crianças dos 7 aos 10 anos. As crianças são convidadas a explorar diversas facetas da leitura, explorando e desconstruindo as estórias.
Ver maisCamilo Castelo Branco não nasceu no Porto, mas fez-se escritor com alma portuense, cuja história se misturou com a da própria cidade. Tendo como ponto de partida desta deambulação a Casa do Roseiral, iremos visitar locais de destaque para a vida quotidiana e boémia de Camilo, tentando compreender como a cidade foi pano de fundo para a sua criação literária – o Porto de Camilo.
Ver maisA partir dos livros de música de Eurico A. Cebolo, esta oficina propõe a montagem de um manual musical, composto por pautas e letras já impressas num plano. Os participantes poderão trabalhar diferentes imagens do universo da exposição, apresentadas pela artista, experimentando diferentes processos de linogravura. A oficina terá 3 fases: apresentação da prática de linogravura, gravação e impressão.
Ver mais«Uma vez, uma família de pássaros fez ninho no seu cabelo durante um mês. Foi mesmo divertido. Mas, depois, aconteceu uma coisa…» que somente o poder da amizade será capaz de ultrapassar.
Ver maisOs mais novos são hoje convidados a entrar num imaginário aparelho de ler a cidade em que observar, sentir, cheirar, escutar e mexer são ações necessárias para encontrar os atalhos a percorrer no tempo e no espaço. Surgem perguntas: Como brincavam as crianças antigamente? E iam à escola? Vestiam-se como nós? Vamos investigar e fazer brincadeiras inspiradas na pesquisa.
Ver maisVamos desenhar retratos sem lápis nem marcadores. Em vez de riscar vamos cortar e colar depois de tudo baralhar. Com mais olhos que barriga? De cabelos em pé? Com o nariz onde não é chamado? Na ponta da língua? Nestes retratos de pernas para o ar cabe tudo o que possam imaginar.
Ver maisAs lengalengas, assim como outras coisas tais, não se podem perder no tempo. Fazem parte da nossa essência, da nossa origem, da nossa história e das nossas raízes. Porque cabe a cada um de nós mantê-las sempre presentes, o convite, hoje, é para viajar pela tradição oral e mimar, cantar e encantar com as lengalengas dos nossos antepassados.
Ver maisO ponto de partida de “Brandos Costumes” é simples, linear, objectivo: dizer um nome, evocar uma imagem e pô-los — nome e imagem — em cena: S-A-L-A-Z-A-R. (João Lopes, do seu texto sobre «Brandos Costumes», em Alberto Seixas Santos, Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, 2016)
Ver maisIniciativa de promoção da leitura dirigida ao público adulto que visa divulgar contos de grandes autores. Mediante inscrição prévia, os textos são enviados aos interessados que, posteriormente, se encontram na biblioteca para partilhar opiniões e pontos de vista.
Ver maisConvidámos 50 poetas portugueses (muitos deles portuenses) para se associarem a esta iniciativa, através da criação de um poema inédito, destinado a um dupla trajetória: o de integrar uma obra original de poemas inspirados no imaginário, experiência, desejo ou pulsão de Revolução – ou de uma revolução, em concreto, em Abril ou aqui e agora; e o de uma pulverização de frases poéticas na cidade, em modo anónimo, ao permitirem que um trecho ou conjunto de versos, escolhidos pelos curadores, circule no espaço comum, nomeadamente através de mupis publicitários da cidade do Porto.
Ver maisAo longo de mais de 2000 anos, a cidade do Porto foi sendo protegida por diferentes sistemas de muralhas e fortificações. O estudo destas estruturas oferece-nos uma perspetiva singular sobre a cidade, permitindo redescobrir a sua geografia, a evolução das dinâmicas urbanas e as transformações dos contextos políticos, económicos e sociais. Este curso é uma oportunidade para conhecer os dados mais recentes da investigação nesta área, desde os vestígios mais antigos, como é exemplo a muralha castreja identificada no logradouro do aljube eclesiástico, até às linhas defensivas do Cerco do Porto no século XIX. O curso está organizado em seis sessões, com uma periodicidade quinzenal, decorrendo às terças-feiras entre as 17h30 e as 19h00 para um auditório de 30 lugares, sendo obrigatória a inscrição prévia. A 9 de abril terá lugar a 1.ª sessão dedicada aos mais antigos vestígios de amuralhamento identificados na zona da Sé. As duas seguintes versarão sobre as muralhas medievais: a chamada cerca românica e a cerca gótica ou fernandina, respetivamente a 23 de abril e 7 de maio. A 21 de maio será a vez das novas fortificações da Época Moderna, e a 4 de junho será abordado o tema das linhas defensivas e baterias do período liberal. A última sessão, a 18 de junho, focará a linha da Circunvalação, uma extensa barreira construída já no limiar do século XIX para controle das entradas e saídas da cidade.
Ver maisA acessibilidade contribui de forma determinante para o bem-estar e a qualidade de vida e refere-se ao acesso, de todas as pessoas, ao meio edificado, à via pública, aos transportes, à comunicação e à informação. Nesta sessão, serão exploradas estratégias para colmatar dificuldades e barreiras à autonomia e a uma vida independente.
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