Programas que se propõem orquestrar o Museu da Cidade, compondo as articulações desenhadas entre as suas 17 Estações e 5 Eixos.
Periodicidade variável. Programa de oficinas em torno das exposições e coleções numa lógica de ativação do fazer saber e saber fazer.
MAR
Oficina 071
Com o Coletivo ARISCA
11
11 MAR 2023 11:00–12:30
O valor de uma moeda vai muito além daquilo que com ela podemos comprar. As moedas contam-nos estórias e ensinam-nos sobre História. Falam-nos de pessoas, lugares e acontecimentos inesquecíveis. Partindo de uma viagem pelo mundo das moedas do passado, nesta oficina vamos, em família, contar segredos e sonhos, desenhar pessoas e lugares, criar uma coleção única, irrepetível e de valor incalculável!
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Oficina 070
Com Inês Ferreira
04
4 MAR 2023 11:00–12:30
Quem não gosta de sentir no ar o cheirinho a lavado? Pois há muito, muito tempo eram os próprios médicos que aconselhavam a que não se tomassem muitos banhos, acreditam? E se as pessoas não tinham água dentro de casa, como tomavam banho? A partir de um conjunto de objetos da coleção do Museu Guerra Junqueiro, ligados à higiene do corpo, vamos descobrir que andar asseado e perfumado nem sempre fez parte dos hábitos das famílias!
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Oficina 069
Com Inês Sousa Ribeiro
18
18 MAR 2023 11:00–12:30
Guerra Junqueiro foi um génio filosófico, um poeta e um grande colecionador. Gostas de sujar as mãos e és curioso? Esta oficina é a ideal para ti!
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Oficina 068
Com o Coletivo ARISCA
25
25 FEV 2023 11:00–12:30
Uma garrafa vinda de outra época, um mapa encriptado, pedaços de um passado perdido e segredos invisíveis a olho nu. Uma verdadeira coleção de enigmas da arqueologia para desvendar em família no Reservatório.
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Oficina 067
Com o Coletivo ARISCA
18
18 FEV 2023 11:00–12:30
Preparados para a explorar o Planeta Imaginação? Que paisagens e seres o habitarão? No nosso diário de bordo vamos desenhar e mapear esta aventura em família. 3, 2, 1, partida!
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Oficina 066
Com Rui Alves
11
11 FEV 2023 11:00–12:30
Durante os Descobrimentos houve piratas que quiseram enriquecer atacando barcos e roubando cargas. Vamos conhecer as suas histórias e construir chapéus como os seus.
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Oficina 065
Com o Coletivo ARISCA
04
4 FEV 2023 11:00–12:30
© Sérgio Rolando
O valor de uma moeda vai muito além daquilo que com ela podemos comprar. As moedas contam-nos estórias e ensinam-nos sobre História. Falam-nos de pessoas, lugares e acontecimentos inesquecíveis. Partindo de uma viagem pelo mundo das moedas do passado, nesta oficina vamos em família contar segredos e sonhos, desenhar pessoas e lugares, criar uma coleção única, irrepetível e de valor incalculável!
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Oficina 064
Com Paula Monteiro e Madalena Oliveira
04
4 FEV 2023 10:00–12:30
Como limpar documentos antigos? Podemos usar borracha? Como evitar que as letras e os números vão desaparecendo? Devemos guardá-los abertos ou dobrados? Numa oficina em que começamos por conhecer alguns dos mais interessantes documentos do Arquivo Histórico, vamos aprender a cuidar dos documentos que guardamos em casa, dos nossos pais, avós e, até, bisavós. Cada participante poderá trazer para a sessão um documento antigo para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!
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Oficina 063
Com o Coletivo ARiSCA
28
28 JAN 2023 11:00–12:30
Quando fores grande, o que queres ser? Sabias que há trabalhos únicos e muito característicos da região do Douro? Vamos então explorar a riqueza do mundo das profissões, conhecer os seus elementos, personagens e lugares. Uma cor aqui, um recorte acolá… E cenários portáteis vamos criar!
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Oficina 062
Com o Coletivo ARiSCA
21
21 JAN 2023 11:00–12:30
Uma garrafa vinda de outra época, um mapa encriptado, pedaços de um passado perdido e segredos invisíveis a olho nu. Uma verdadeira coleção de enigmas da arqueologia para desvendar em família no Reservatório.
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Oficina 061
Com Catarina Costa e Tânia Ribeiro
14
14 JAN 2023 11:00–12:30
Um rio que tropeça em si mesmo, tantos são os obstáculos e perigos da descida. Mas é grande também a adrenalina e deslumbrante a paisagem que acompanha todo o caminho. Após a visita à Extensão do Douro, criam-se equipas para a Descida do Rio, um jogo que envolverá todos nos desafios que acompanhavam os marinheiros do Douro.
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Oficina 060
Pelos monitores do MdC
15
15 JAN 2022 10:00–12:30
© António Alves
Numa oficina em que começamos por conhecer algumas das mais interessantes peças de prata da coleção do Guerra Junqueiro, vamos aprender como cuidar dos objetos de prata e metal que temos em casa.
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Oficina 059
Com o Coletivo ARiSCA
07
7 JAN 2023 11:00–12:30
Preparados para explorar o Planeta Imaginação? Que paisagens e seres o habitarão? No nosso diário de bordo vamos desenhar e mapear esta aventura em família. 3, 2, 1, partida!
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Oficina 058
Com Inês Ferreira
17
17 DEZ 2022 11:00–12:30
Quem voa mais alto, na Extensão do Romantismo? Os pássaros, as borboletas, os poetas ou… os leques? O que nos faz sonhar e voar? Depois de uma visita à atual montagem da Extensão do Romantismo, Metamorfoses, vamos construir um objeto que voa alto para se deixar balouçar, ao sabor do vento.
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Oficina 057
Orientação: Rui Silva
10
10 DEZ 2022 10:00–12:30
Esta oficina pretende replicar a lógica organizativa da exposição Manuel Gusmão: Escrevo para um amigo que virá através da criação de pequenos cosmos literários e de alfabetos de referências. Os participantes serão convidados a escolher a partir de um conjunto de diagramas, ou a criar um de raiz, que articule uma seleção de palavras-chave ancoradas em 5 letras do alfabeto que aludam às suas preferências bibliográficas ou às presentes na exposição. Quem desejar trabalhar a partir da sua bibliografia deverá trazer exemplares dos livros.
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Oficina 056
Com o Coletivo ARiSCA
10
10 DEZ 2022 11:00–12:30
Extra! Extra! Oficina de posters em ação! Aqui, a Casa e a poesia visual atuam em simbiose: vamos explorar cantos e recantos, formas e feitios, letras e padrões. Poemas desenhados serão declamados numa homenagem contemporânea à figura incontornável de Guerra Junqueiro.
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Oficina 055
Com o Coletivo ARiSCA
26
26 NOV 2022 11:00–12:30
Uma imagem aos quadradinhos para baralhar, que outras imagens vai dar? Será que conseguimos descobrir nela um módulo para repetir num padrão? As peças da exposição também vão ser inspiração, para em família criarmos um padrão saltitão.
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Oficina 054
com Carla Stockler
03
3 DEZ 2022 11:00–12:30
Desde os tempos mais antigos que o Homem deixou gravados ou pintados na pedra, argila ou cerâmica, traços, pontos, por vezes pequenos desenhos. Serão simplesmente riscos, marcas, ou até assinaturas. Depois de descobrir algumas dessas marcas nos objetos do Reservatório, cada participante irá criar uma marca para si e fazer diferentes registos, recorrendo a várias técnicas.
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Oficina 053
com monitores do Museu da Cidade
19
19 NOV 2022 11:00–12:30
Durante a visita são explorados os símbolos heráldicos presentes na Casa do Infante e/ou exterior. As crianças são depois convidadas a construir o seu próprio brasão.
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Oficina 052
Com o Coletivo ARiSCA
12
12 NOV 2022 11:00–12:30
Extra! Extra! Oficina de posters em ação! Aqui, a Casa e a poesia visual atuam em simbiose: vamos explorar cantos e recantos, formas e feitios, letras e padrões. Poemas desenhados serão declamados numa homenagem contemporânea à figura incontornável de Guerra Junqueiro.
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Oficina 051
Com Catarina Costa
05
5 NOV 2022 11:00–12:30
Sempre a correr, sem descanso, o Rio Douro percorre o mesmo caminho dia após dia, mês após mês, ano após ano. Mas são sempre diferentes, os lugares que observa, as pessoas que encontra, as embarcações que o atravessam, até mesmo os obstáculos com que se depara, nesta travessia.
Nesta oficina Catarina Costa dará a conhecer as histórias que este rio conta, para depois criarmos histórias visuais num caminho longo, como o deste rio…
NOV
Oficina 050
Com Ana Isabel Mota
05
5 NOV 2022 10:00–12:30
Como manusear os livros? Como identificar pestes e tratar dos livros? Numa oficina em que começamos por conhecer alguns dos livros da Biblioteca, vamos aprender a identificar os diferentes materiais, como é constituído o livro, como manusear, desinfestar, higienizar e acondicionar os nossos livros. Cada participante poderá trazer para a sessão um livro para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!
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Oficina 049
Com o Coletivo ARISCA
29
29 OUT 2022 11:00–12:30
Uma imagem aos quadradinhos para baralhar, que outras imagens vai dar? Será que nela conseguimos descobrir um módulo para repetir num padrão? As peças da exposição também vão ser inspiração, para em família criarmos um padrão saltitão.
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Oficina 048
Com Inês Ferreira
22
22 OUT 2022 11:00–12:30
Sempre a correr, sem descanso, o Rio Douro percorre o mesmo caminho dia após dia, mês após mês, ano após ano. Mas são sempre diferentes os lugares que observa, as pessoas que encontra, as embarcações que o atravessam, até mesmo os obstáculos com que se depara, nesta travessia.
Nesta oficina iremos conhecer as histórias que este rio conta, para depois criarmos histórias visuais num caminho longo, como o deste rio…
OUT
Oficina 047
Com Evelyne Phibel
15
15 OUT 2022 11:00–12:30
Depois da visita e exploração da maqueta interativa do Porto Medieval, as crianças podem usar a sua imaginação e vários materiais para desenhar diferentes edifícios da sua cidade. No final, cada criança leva um pedaço dessa cidade.
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Oficina 046
com Inês Ferreira
08
8 OUT 2022 11:00–12:30
Animais do céu e da terra habitam tapetes, objetos de cerâmica e móveis da Casa Guerra Junqueiro. Convidam a um olhar atento, desafiam a “entrar” num mundo escondido por detrás de cada objeto. E se pudéssemos um dia partilhar uma refeição com todos estes animais?
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Oficina 045
Com o Coletivo ARISCA
01
1 OUT 2022 11:00–12:30
E se a arqueologia puder acontecer ao contrário?
Todos sabemos que os arqueólogos encontram vestígios de outros tempos e a partir deles dão-nos a conhecer as vivências das pessoas dessas épocas distantes. Estes objetos contam uma história que realmente aconteceu. Mas e se deixarmos aos arqueólogos do futuro vestígios de sonhos e projetos impossíveis do presente? Como será encontrar estas ideias daqui a muitos anos? Já serão uma realidade? Já serão possíveis de concretizar? Ou serão apenas um vestígio de um sonho que aconteceu mesmo?
OUT
Oficina 044
com Rosário Guimarães
01
1 OUT 2022 10:00–12:30
Como manusear fotografias? Como as guardar e acondicionar? Como as identificar e descrever? Numa oficina em que começamos por conhecer alguns das mais interessantes espólios de fotografia do Arquivo histórico, vamos aprender a cuidar, organizar, acomodar e tratar das fotografias de família que temos em casa. Cada participante poderá trazer para a sessão uma ou outra fotografia para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!
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Oficina 043
Com o Coletivo ARISCA
24
24 SET 2022 11:00–12:30
Uma imagem aos quadradinhos para baralhar, que outras imagens vai dar? Será que conseguimos descobrir nela um módulo para repetir num padrão? As peças da exposição também vão ser inspiração, para em família criarmos um padrão saltitão.
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Oficina 042
Com Inês Ferreira
17
17 SET 2022 11:00–12:30
Quem voa mais alto, na Extensão do Romantismo? Os pássaros, as borboletas, os poetas ou… os leques? O que nos faz sonhar e voar? Depois de uma visita à nova montagem da Extensão do Romantismo – Metamorfoses – vamos contruir um objeto que voa alto para se deixar balouçar, ao sabor do vento.
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Oficina 041
Com Inês Ferreira
10
10 SET 2022 11:00–12:30
Maria Capelo, S/ título, 2021. Tinta-da-china s/ papel © António Alves
Percorrendo aquilo que os trabalhos de Maria Capelo revelam e escondem, vamos usar diversos materiais e experimentar diferentes maneiras de o traço revelar e esconder formas, energias, sentimentos, visíveis e invisíveis. O traço veste-se de preto, nesta oficina!
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Oficina 040
Com o Coletivo ARISCA
20
20 AGO 2022 11:00–12:30
Pranchetas na mão? Canetas em riste? Então todos a bordo! Através do desenho e colagem, navegamos pela exposição “Douro: terra e atmosfera” e descobriremos a riqueza que o Douro-rio-região demarcada têm para nos trazer: os seus elementos, paisagens e lugares distintos, seres e comunidades servirão como inspiração e ponto de partida para a criação artística e novos imaginários! No final, um mapa coletivo surgirá diante de nós com muitas novas estórias para contar.
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Oficina 039
Com o Coletivo ARISCA
06
6 AGO 2022 11:00–12:30
© Coletivo ARISCA
Extra! Extra! Oficina de posters em ação! Aqui, a Casa e a poesia visual atuam em simbiose: vamos explorar cantos e recantos, formas e feitios, letras e padrões. Poemas desenhados serão declamados numa homenagem contemporânea à figura incontornável de Guerra Junqueiro.
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Oficina 038
Orientado por Ruca Bourbon e Rui Silva
30
30 JUL 2022 10:00–17:30
Partindo do imaginário de colagens de gravuras do Guide de la France Mystérieuse e sob o efeito alquímico dos ambientes sonoros da Rádio Sonoplasmática, surge o convite para desenhar/compor um guia imaginado para nenhures, onde tudo se perde e tudo se encontra, que será impresso em cianotipia.
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JUL
Oficina 037
Com o Coletivo ARISCA
30
30 JUL 2022 11:00–12:30
Pranchetas na mão? Canetas em riste? Então todos a bordo! Através do desenho e colagem, navegamos pela exposição “Douro: terra e atmosfera” e descobriremos a riqueza que o Douro-rio-região demarcada têm para nos trazer: os seus elementos, paisagens e lugares distintos, seres e comunidades servirão como inspiração e ponto de partida para a criação artística e novos imaginários! No final, um mapa coletivo surgirá diante de nós com muitas novas estórias para contar.
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Oficina 036
Com o Coletivo ARISCA
23
23 JUL 2022 11:00–12:30
Extra! Extra! Oficina de posters em ação! Aqui, a Casa e a poesia visual atuam em simbiose: vamos explorar cantos e recantos, formas e feitios, letras e padrões. Poemas desenhados serão declamados numa homenagem contemporânea à figura incontornável de Guerra Junqueiro.
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Oficina 035
Com os monitores do MdC
16
16 JUL 2022 11:00–12:30
Durante a visita são explorados os símbolos heráldicos presentes na Casa do Infante e/ou exterior. As crianças são depois convidadas a construir o seu próprio brasão.
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Oficina 034
Com o Coletivo ARISCA
09
9 JUL 2022 11:00–12:30
© Antonio Alves
Vamos descobrir sítios mágicos que guardam coleções. Será que o gabinete de curiosidades faz muitas perguntas? E a sala de maravilhas, espanta-se com tudo? Como podemos guardar a natureza e a arte? Penduradas nas paredes? Arrumadinhas nas prateleiras? Ou deixámo-las à solta a fazer-nos cócegas no coração? Depois de visitar a exposição, cada família vai fazer a sua coleção de seres curiosos.
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Oficina 033
Orientada por Amanda Copstein
02
2 JUL 2022 10:00–17:30
A oficina contempla dois momentos: um passeio matinal de desenho pelos caminhos do romântico com paragem para piquenique para almoço, e, de seguida, uma remontagem da recolha gráfica através de uma mesa de luz num leporello.
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Oficina 032
Com o Coletivo ARISCA
02
2 JUL 2022 11:00–12:30
Capsula do Amanhã
E se a arqueologia puder acontecer ao contrário?
Todos sabemos que os arqueólogos encontram vestígios de outros tempos e a partir deles dão-nos a conhecer as vivências das pessoas dessas épocas distantes. Estes objetos contam uma história que realmente aconteceu. Mas e se deixarmos aos arqueólogos do futuro vestígios de sonhos e projetos impossíveis do presente? Como será encontrar estas ideias daqui a muitos anos? Já serão uma realidade? Já serão possíveis de concretizar? Ou serão apenas um vestígio de um sonho que aconteceu mesmo?
JUN
Oficina 019
Com os monitores do MdC
25
25 JUN 2022 11:00–12:30
© Álvaro Domingues. Foto de fundo: Porto: Aspecto da Rua Mouzinho da Silveira s/d Negativo estereoscópico, vidro, p/b, 18x8cm, gelatina e sal de prata Aurélio da Paz dos Reis / Centro Português de Fotografia
Depois da visita à exposição Mouzinho – da Ribeira ao Aeroporto, os participantes são convidados a recriar uma rua à sua maneira. As crianças podem usar a sua imaginação e vários materiais para desenhar os diferentes edifícios que compõem esta artéria. No final, cada criança leva um pedaço dessa rua.
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Oficina 031
Com Carla Stockler e Sérgio Gomes
18
18 JUN 2022 15:00–17:00
Nesta oficina, vamos “pôr as mãos” no barro para fazer pequenos vasos. Vamos também “pôr os olhos” nas antigas cerâmicas em exposição no Reservatório para nos inspirarmos a criar a sua forma e decoração. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
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Oficina 027
Com Laura Sousa e Paula Espírito Santo
18
18 JUN 2022 11:00–12:30
Nesta oficina de Arqueologia desafiamos os participantes a experienciar, de uma forma lúdico-didática, o trabalho dos arqueólogos, através da simulação de uma escavação, limpeza e colagem de fragmentos cerâmicos. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
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Oficina 030
Com Carla Stockler e Sérgio Gomes
17
17 JUN 2022 15:00–17:00
Nesta oficina, vamos “pôr as mãos” no barro para fazer pequenos vasos. Vamos também “pôr os olhos” nas antigas cerâmicas em exposição no Reservatório para nos inspirarmos a criar a sua forma e decoração. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
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Oficina 029
Com António Almeida
17
17 JUN 2022 10:00–00:00
Através de uma BD, vamos explorar a Cultura Castreja do Noroeste Peninsular, em particular no Arqueossítio da R. D. Hugo, finalizando com atividades lúdicas.
O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Esta montagem de artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da Cidade, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
JUN
Oficina 026
Com os monitores do MdC
11
11 JUN 2022 10:00–11:30
Mesa Borboleta (pormenor) Séc. XIX. Acervo Museu da Cidade | Extensão do Romantidsmo
Quem voa mais alto, na Extensão do Romantismo? Os pássaros, as borboletas, os poetas ou… os leques? O que nos faz sonhar e voar? Depois de uma visita à nova montagem da Extensão do Romantismo – Metamorfoses – vamos contruir um objeto que voa alto para se deixar balouçar, ao sabor do vento.
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Oficina 028
Com Mariana Malhão
04
4 JUN 2022 14:30–17:00
Com base nos mapas ilustrados ROTEP (Roteiro Turístico e Económico de Portugal) presentes na exposição Pitorescos e Naifs: do guia turístico ao view-master os mini-cartógrafos serão convidados a desenhar em parcelas A3 que quando unidas irão compor um novo mapa 10 vezes maior!
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Oficina 031
Com Laura Sousa e Paula Espírito Santo
18
18 JUN 2022 11:00–12:30
Nesta oficina de Arqueologia desafiamos os participantes a experienciar, de uma forma lúdico-didática, o trabalho dos arqueólogos, através da simulação de uma escavação, limpeza e colagem de fragmentos cerâmicos. O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da cidade do Porto, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.
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Oficina 025
Com o Coletivo ARISCA
04
4 JUN 2022 11:00–12:30
À Demarcada!
Pranchetas na mão? Canetas em riste? Então todos a bordo! Através do desenho e colagem, navegamos pela exposição “Douro: terra e atmosfera” e descobriremos a riqueza que o Douro-rio-região demarcada têm para nos trazer: os seus elementos, paisagens e lugares distintos, seres e comunidades servirão como inspiração e ponto de partida para a criação artística e novos imaginários! No final, um mapa coletivo surgirá diante de nós com muitas novas estórias para contar.
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Oficina 024
Pelos Monitores do MdC
04
4 JUN 2022 10:00–12:30
Cuidar dos Têxteis
Como limpar têxteis? Podemos aspirar? Como os proteger da traça? Como os acondicionar, em cruzetas ou em gavetas? Numa oficina em que começamos por conhecer algumas das mais interessantes peças da coleção de têxteis do Museu da Cidade, vamos aprender a cuidar das peças de têxteis que guardamos em casa, do tempo dos nossos avós e bisavós. Cada participante poderá trazer para a sessão uma pequena peça para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!
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Oficina 021
Com o Coletivo ARISCA
21
21 MAI 2022 11:00–12:30
© Antonio Alves
Vamos descobrir sítios mágicos que guardam coleções. Será que o gabinete de curiosidades faz muitas perguntas? E a sala de maravilhas, espanta-se com tudo? Como podemos guardar a natureza e a arte? Penduradas nas paredes? Arrumadinhas nas prateleiras? Ou deixámo-las à solta a fazer-nos cócegas no coração? Depois de visitar a exposição, cada família vai fazer a sua coleção de seres curiosos.
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Oficina 023
Com Inês Ferreira
14
14 MAI 2022 11:00–12:30
Zoomania
Animais do céu e da terra habitam tapetes, objetos de cerâmica e móveis da Casa Guerra Junqueiro. Convidam a um olhar atento, desafiam a “entrar” num mundo escondido por detrás de cada objeto. E se pudéssemos um dia partilhar uma refeição com todos estes animais?
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Oficina 023
Com o Coletivo ARISCA
07
7 MAI 2022 11:00–12:30
Capsula do Amanhã
E se a arqueologia puder acontecer ao contrário?
Todos sabemos que os arqueólogos encontram vestígios de outros tempos e a partir deles dão-nos a conhecer as vivências das pessoas dessas épocas distantes. Estes objetos contam uma história que realmente aconteceu. Mas e se deixarmos aos arqueólogos do futuro vestígios de sonhos e projetos impossíveis do presente? Como será encontrar estas ideias daqui a muitos anos? Já serão uma realidade? Já serão possíveis de concretizar? Ou serão apenas um vestígio de um sonho que aconteceu mesmo?
MAI
Oficina 022
Pelos Monitores do MdC
07
7 MAI 2022 10:00–12:30
Cuidar do Azulejo
Como limpar azulejos e peças de cerâmica? Que instrumentos e produtos podemos usar? Podemos usar água? E esfregões? Numa oficina em que começamos por conhecer algumas das mais interessantes peças de cerâmica e azulejo tradicional que estão no Banco de Materiais e outrora estiveram nos edifícios da cidade, vamos aprender a cuidar dos objetos cerâmicos que temos em casa. Cada participante poderá trazer para a sessão uma pequena peça para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!
Ver maisCaminhadas pela cidade, onde ativamos os cinco eixos que estruturam a programação do Museu: Eixo Sonoro, Eixo Natureza, Eixo Material, Eixo Líquido e Eixo Romantismo. Acontece mensalmente, na primeira terça-feira do mês, repetindo no sábado imediatamente a seguir, sempre às 15H. Requer inscrição prévia.
FEV
Deriva 015
Com Graça Lacerda
11
11 FEV 2023 15:00–17:00
Praça D. Pedro IV com monumento e Paços do Concelho; Foto Guedes, Arquivo Histórico Municipal do Porto (AHMP)
Nesta DERIVA vamos procurar traços da presença de D. Pedro pelas ruas do Porto. As marcas que encontramos serão materiais ou imateriais, existentes ou demolidas, pensadas ou inacabadas? O ponto de partida é a exposição patente nos Paços do Concelho. Passaremos pela praça que teve o nome de D. Pedro e que entretanto foi demolida; visualizaremos as plantas da avenida D. Pedro IV em projeto; destacaremos a iniciativa da construção do Jardim de S. Lázaro como homenagem às mulheres do Porto e imaginaremos representações através de fotografias que nos poderão conduzir ao poderoso legado de D. Pedro IV, o Libertador.
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Deriva 015
Com Graça Lacerda
07
7 FEV 2023 15:00–17:00
Praça D. Pedro IV com monumento e Paços do Concelho; Foto Guedes, Arquivo Histórico Municipal do Porto (AHMP)
Nesta DERIVA vamos procurar traços da presença de D. Pedro pelas ruas do Porto. As marcas que encontramos serão materiais ou imateriais, existentes ou demolidas, pensadas ou inacabadas? O ponto de partida é a exposição patente nos Paços do Concelho. Passaremos pela praça que teve o nome de D. Pedro e que entretanto foi demolida; visualizaremos as plantas da avenida D. Pedro IV em projeto; destacaremos a iniciativa da construção do Jardim de S. Lázaro como homenagem às mulheres do Porto e imaginaremos representações através de fotografias que nos poderão conduzir ao poderoso legado de D. Pedro IV, o Libertador.
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Deriva 014
Com Luís Aguiar Branco
14
14 JAN 2023 15:00–17:00
Ⓒ Luís Aguiar Branco
A décima quarta DERIVA propõe a descoberta do planalto das Antas. Entre a rua de Costa Cabral e a avenida Fernão de Magalhães, este planalto assistiu no segundo quartel do século XX à concretização de um plano urbano definido por uma larga avenida e um conjunto de ruas paralelas e transversais. Rapidamente se foi urbanizando o local, sendo edificadas moradias burguesas em parcelas generosas, isoladas ou geminadas, que são reveladoras das mudanças que ocorreram na estética arquitetónica ao longo do tempo, salientando-se o último sopro tardio da arte-nova, a novidade da arte-déco e uma primeira geração de arquitetos modernos, o retrocesso histórico em revivalismos do chamado “estilo português”, e o anúncio de um segundo momento moderno a partir dos anos 50.
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Deriva 014
Com Luís Aguiar Branco
03
3 JAN 2023 15:00–17:00
Ⓒ Luís Aguiar Branco
A décima quarta DERIVA propõe a descoberta do planalto das Antas. Entre a rua de Costa Cabral e a avenida Fernão de Magalhães, este planalto assistiu no segundo quartel do século XX à concretização de um plano urbano definido por uma larga avenida e um conjunto de ruas paralelas e transversais. Rapidamente se foi urbanizando o local, sendo edificadas moradias burguesas em parcelas generosas, isoladas ou geminadas, que são reveladoras das mudanças que ocorreram na estética arquitetónica ao longo do tempo, salientando-se o último sopro tardio da arte-nova, a novidade da arte-déco e uma primeira geração de arquitetos modernos, o retrocesso histórico em revivalismos do chamado “estilo português”, e o anúncio de um segundo momento moderno a partir dos anos 50.
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Deriva 013
Com Mário Mesquita
10
10 DEZ 2022 15:00–17:00
O Porto é a “cidade das águas”. No Romantismo, estes percursos entre a cidade e o campo eram feitos nas margens de pequenos rios e ribeiras que caracterizavam a paisagem portuense em terrenos que, com a anterior expansão da cidade para poente (1836) e o traçado da Circunvalação (1899), ficariam englobados no que hoje chamamos de Porto. Estes caminhos bucólicos eram percorridos, para além daqueles que vinham de fora para trabalhar, pelas famílias burguesas de então, como nos narra o nosso expoente do Romantismo, Camilo Castelo Branco na sua extensa obra, claramente entre a literatura e a sociologia. À semana, para trabalhar e ao fim de semana para o ócio, sempre acompanhados pelas águas e pelos vários equipamentos que foram sendo construídos, como fontes, fontanários, bicas, mananciais, lavadouros e bebedouros, eram a imagem de uma paisagem muito peculiar.
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Deriva 012
Com Manuel Araújo
06
6 DEZ 2022 15:00–17:00
Pormenor de escultura de madeira policromada do século XVIII, Acervo Museu da Cidade | Casa Marta Ortigão Sampaio
Seguindo uma antiga via romana, utilizada pelos peregrinos de Santiago, ligamos o Palácio de Cristal à Casa Marta Ortigão Sampaio. Pelo caminho vamos à descoberta de alguns pormenores sobre este caminho e, no final, espera-nos uma surpresa!
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Deriva 011
Com Luís Aguiar Branco
05
5 NOV 2022 15:00–17:00
Deambulação ao longo da margem do rio Douro, reconhecendo o território onde foi construída a muralha gótica “Fernandina” em meados do século XIV. Durante o percurso serão apresentadas as características construtivas da muralha e os locais onde se encontravam os postigos e as portas, desde o postigo da Areia na Lada, até ao postigo da Praia, depois transformado em porta Nobre, em Miragaia.
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Deriva 010
Com Pedro Augusto
08
8 OUT 2022 15:00–17:00
Gravura atribuida a Albrecht Dürer, in Hieroglyph, Emblem, and Renaissance Pictography, Ludwig Volkmann, Berlin 1969
Pequeno trajeto desde as fronteiras entre Bonfim e Campanhã, até ao Jardim de São Lázaro onde se encontra a Biblioteca Pública Municipal do Porto. Durante o percurso olhamos aos símbolos mudos que constituíram as forças ruidosas do séc. XIX e XX, na cidade.
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Deriva 010
Com Pedro Augusto
06
6 SET 2022 15:00–17:00
Astragildo Gonçalves, Sino das Oficinas Gerais da CMP : Carvalhido Arquivo Histórico Casa do Infante
Pequeno trajeto desde as fronteiras entre Bonfim e Campanhã, até ao Jardim de São Lázaro onde se encontra a Biblioteca Pública Municipal do Porto. Durante o percurso olhamos aos símbolos mudos que constituíram as forças ruidosas do séc. XIX e XX, na cidade.
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Deriva 009
Com Paula Lage
04
4 OUT 2022 15:00–17:00
A azulejaria tradicional de fachada dos séculos XIX/XX servirá de tema à Deriva pela Cidade. As obras de reabilitação de edifícios revestidos a azulejo multiplicam-se, desafiam o tempo, tentam manter a génese duma imagem forte que tanto carateriza a Arquitetura Portuense. Por entre ruas sinuosas observam-se fachadas desiguais ou sobriamente repetidas com aquele azulejo original, replicado ou reinventado na sua forma, cor e matéria… é aqui onde o Porto se renova!
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Deriva 009
Com Paula Lage
09
9 JUL 2022 15:00–17:00
A azulejaria tradicional de fachada dos séculos XIX/XX servirá de tema à Deriva pela Cidade. As obras de reabilitação de edifícios revestidos a azulejo multiplicam-se, desafiam o tempo, tentam manter a génese duma imagem forte que tanto carateriza a Arquitetura Portuense. Por entre ruas sinuosas observam-se fachadas desiguais ou sobriamente repetidas com aquele azulejo original, replicado ou reinventado na sua forma, cor e matéria… é aqui onde o Porto se renova!
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Deriva 008
Com Manuel Azevedo Graça
05
5 JUL 2022 15:00–17:00
De frente para o Palácio de Cristal, mas ainda tendo ao fundo o Palácio dos Carrancas, aliás, o Paço Real, evocar-se-ão as visitas régias do último quartel do século XIX. Percorrer-se-ão os jardins, com a Capela de São Carlos Borromeu, os vestígios musealizados dos antigos Paços do Concelho, chegando-se à Casa do Roseiral. Aqui, visita-se a Casa do Roseiral, construída para moradia do diretor do Palácio de Cristal e entretanto transformada em residência oficial do Presidente da Câmara Municipal do Porto. Tem uma vista privilegiada sobre o rio e sobre a cidade. Deve o seu nome às roseiras que a circundam e é o lugar onde se realizam no Município do Porto muitas das cerimónias protocolares e visitas oficiais.
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Deriva 007
Por Filipe Teixeira
11
11 JUN 2022 15:00–16:30
Extensão Douro © Nuno Pinto
É habitual dizer-se que uma cidade é um organismo vivo. Se é tal, encontremo-nos então num dos pontos mais importantes, o coração desta cidade do Porto – o seu Centro Histórico. Daqui, percorrendo velhas artérias, iremos desembocar na Ribeira, outro dos pontos importantes da cidade que durante séculos compassou o fluxo de pessoas e mercadorias para dentro e para fora do burgo, derivando da sua maior artéria – o Douro.
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Deriva 007
Por Filipe Teixeira
07
7 JUN 2022 15:00–16:30
Extensão Douro © Nuno Pinto
É habitual dizer-se que uma cidade é um organismo vivo. Se é tal, encontremo-nos então num dos pontos mais importantes, o coração desta cidade do Porto – o seu Centro Histórico. Daqui, percorrendo velhas artérias, iremos desembocar na Ribeira, outro dos pontos importantes da cidade que durante séculos compassou o fluxo de pessoas e mercadorias para dentro e para fora do burgo, derivando da sua maior artéria – o Douro.
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Deriva 006
Com Paula Lage
07
7 MAI 2022 15:00–16:30
© Fernando Noronha
A sessão tem como ponto de partida a Estação 6 do MdC, o Banco de Materiais. Em plena exposição visualizam-se exemplares da azulejaria de fachada do séc. XIX/ XX que servirão de tema para a deriva pela Cidade.
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Deriva 006
Com Paula Lage
03
3 MAI 2022 15:00–16:30
© Fernando Noronha
A sessão tem como ponto de partida a Estação 6 do MdC, o Banco de Materiais. Em plena exposição visualizam-se exemplares da azulejaria de fachada do séc. XIX/ XX que servirão de tema para a deriva pela Cidade.
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Deriva 005
Com Ivo Poças Martins
09
9 ABR 2022 15:00–16:30
Rua Mouzinho da Silveira, Positivo, papel, p/b, fototipia, Centro Português de Fotografia | Coleção de Bilhetes-Postais)
Em 1872 surge o projeto para um novo eixo que uniria o porto ribeirinho à Praça D. Pedro IV, terminando onde viria a ser a Estação de São Bento. Grandes obras e inovações, como o caminho de ferro e a eletricidade, acompanham o surgimento deste eixo. Da Ribeira a São Bento, a Mouzinho produz uma espacialidade urbana que fixa um centro entretanto deslocado da Ribeira para a baixa do Porto.
Ver maisCaminhar também é conhecer. O Museu do Porto propõe os seguintes Caminhos: as Derivas são caminhadas pela cidade, onde ativamos os territórios onde o Museu do Porto opera. Acontece mensalmente, na primeira terça-feira do mês, repetindo no sábado imediatamente a seguir, sempre às 15H. Requer inscrição prévia. Os Caminhos do Romântico convidam a descobrir o Vale de Massarelos, através de quatro percursos pedonais de oferta permanente a grupos, mediante inscrição prévia: Indústria, Natureza, Água e Personalidade Carlos Alberto. Mensalmente realiza-se um “Percurso Especial”, orientado por um convidado, e no qual se procura promover diferentes modos de olhar e de pensar este território na contemporaneidade. Acontecem todos os penúltimos sábados de cada mês.
JAN
Caminhos 124
Com Germano Silva
18
18 JAN 2025 14:30–16:30
Percurso Especial dos Caminhos do Romântico “Entre as pedras despontam plantas”. Fotografia de Museu do Porto.
Massarelos já foi terra de muita gente e cenário de um sem fim de histórias.
Junto ao Palácio de Cristal encontramos a Torre de Pedro Sem, que carrega a essência da época em que foi erguida, e onde falaremos dos Terenas, Monfalins e Brandões. Mesmo ao lado descobriremos a lenda da capela do Senhor da Boa Nova que ainda preserva as tradições religiosas dos habitantes de Massarelos.
Este caminho leva-nos às Quintas que abrigaram lavradores e nobres na Rua de Entre-Quintas, onde ainda hoje a vida rural se entrelaça com a urbana. Recuando dois mil anos lembramos como este itinerário corresponde à antiga estrada – Via Vetera – testemunho da ocupação romana, que ligava comunidades e facilitava o comércio. Por ela passaram não apenas produtos, mas também ideias e culturas que moldaram a identidade da região.
Do Campo do Rou, no coração da Massarelos marinheira onde perduram as tradições e a vida comunitária, descemos para a Alameda de Massarelos, ponto de chegada deste Percurso e de partida para novas histórias.
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Caminhos 123
Com Luís Aguiar Branco
TER 7 e SÁB 11 JAN (2 sessões)
07
7 JAN 2025 14:30–11 JAN 2025 16:30
No território deste local passava a norte a estrada velha do Pão ou da Prata (atual rua do Bonfim), enquadrada pelos montes do Fôjo e da Forca onde irá ser construída a igreja do Bonfim, e a sul passava a estrada velha de Campanhã.
Na planície fértil havia campos e quintas que vão sendo rapidamente urbanizados ao longo do século XIX. A avenida Camilo vai ser rasgada a partir de 1915 nos terrenos da quinta de Sacais, sendo logo construído o liceu oriental Alexandre Herculano e um conjunto de edifícios que dignificaram o meio urbano com a sua estética arquitetónica.
DEZ
Caminhos 122
Com Manuel Araújo
14
14 DEZ 2024 14:30–16:30
Café Guarany (1970). AHMP.
Os cafés como espaço público sempre foram local de encontro de livres pensamentos e desempenharam um papel primordial na identidade revolucionária da cidade do Porto.
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Caminhos 121
Com Manuel Araújo
10
10 DEZ 2024 14:30–16:30
Café Guarany (1970). AHMP.
Os cafés como espaço público sempre foram local de encontro de livres pensamentos e desempenharam um papel primordial na identidade revolucionária da cidade do Porto.
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Caminhos 120
Com Mário Mesquita
23
23 NOV 2024 14:30–16:30
Fonte do Caco, 2022. Fotografia de Mário Mesquita.
O Porto é a «cidade das águas». No Romantismo, os percursos cidade-campo calcorreavam as doces margens de pequenos rios e ribeiras que, impressivamente, «pincelavam a aguarela» a paisagem portuense. Estes caminhos bucólicos eram percorridos pelas famílias burguesas, mas também pelo «povo», como nos narra o expoente do Romantismo, Camilo Castelo Branco. Da periferia para o coração dinâmico da urbe romântica, as gentes da cidade e dos arrabaldes faziam seus todos estes caminhos que se conservam e que permitem salvaguardar a memória portuense. À semana para trabalhar, e ao fim de semana para o ócio, sempre acompanhados pelas águas e pelos vários equipamentos que foram sendo construídos – fontes, fontanários, bicas, mananciais, lavadouros e bebedouros. Foi, sem dúvida, criado um território único, uma paisagem que, pelo que lemos na toponímia atual, seguramente deveria ser especial. Neste percurso pelos lugares da água, caminhamos por espaços únicos, proporcionando uma visita ao que subsiste da realidade de então e que, intemporalmente, nos leva a uma imersão romântica entre quintas.
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Caminhos 119
Com Luís Alves
09
9 NOV 2024 14:30–16:30
Teixos, sobreiros, tulipeiros, araucárias, cedros, eucaliptos, faias e sequoias serão alguns dos protagonistas deste tour verde, com arranque no cemitério do Prado do Repouso, passagem pelo Parque das Águas e término no jardim do Ateliê António Carneiro.
Ficaremos a conhecer de forma mais íntima estes magníficos seres vivos, guiados por quem os conhece bem e os visita com frequência.
NOV
Caminhos 118
Com Luís Alves
05
5 NOV 2024 14:30–16:30
Teixos, sobreiros, tulipeiros, araucárias, cedros, eucaliptos, faias e sequoias serão alguns dos protagonistas deste tour verde, com arranque no cemitério do Prado do Repouso, passagem pelo Parque das Águas e término no jardim do Ateliê António Carneiro.
Ficaremos a conhecer de forma mais íntima estes magníficos seres vivos, guiados por quem os conhece bem e os visita com frequência.
OUT
Caminhos 117
Com Jorge Ricardo Pinto
19
19 OUT 2024 14:30–16:30
Desde a Baixa Idade Média, as intensas relações comerciais entre Portugal e Inglaterra permitiram uma importante troca de bens, mercadorias e ideias. O Porto, cidade filha do comércio, ponto de passagem do fluxo de mercadorias entre o Mediterrâneo e o Norte da Europa, transformou-se, pelo menos, desde o século XIII, em ponto de fixação de mercadores ingleses, eixo fundamental da circulação internacional de produtos e matérias-primas. A partir do século XVIII, a comunidade britânica prospera, multiplica-se e alarga a sua influência social e política, ocupando dominantemente a parte ocidental da cidade. É o tal «bairro ocidental inglês», a que alude Júlio Dinis em «Uma Família Inglesa» (1867). Um pedaço de Porto que se organiza em torno do cemitério e da capela de Saint James, e que se estende no «caminho velho» para a Foz, pela Rua de Vilar, de Entre Quintas e pelo Passeio Alegre. Este percurso tratará de analisar a forma como a cidade cresceu, a partir de então para ocidente, entre a cidade consolidada e o Vale de Massarelos, cruzando as influências destas comunidades estrangeiras com a burguesia do Porto, na arte, no urbanismo e na sociedade.
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Caminhos 116
Com Cooperativa Frenesim e Alberto Rocha
05
5 OUT 2024 14:30–16:30
Seguimos um fio de som para descobrir o território. Este é um concerto em movimento, onde a música informa e desdobra o significado do que vemos. Em grupo, buscamos ecos, reflexos, artefactos submersos e ideias que planam à superfície, desbravamos caminho com a voz, a eletrónica, recolhas sonoras, poesias antigas e outras acabadas de inventar.
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Caminhos 115
Com Cooperativa Frenesim
01
1 OUT 2024 14:30–16:30
Seguimos um fio de som para descobrir o território. Este é um concerto em movimento, onde a música informa e desdobra o significado do que vemos. Em grupo, buscamos ecos, reflexos, artefactos submersos e ideias que planam à superfície, desbravamos caminho com a voz, a eletrónica, recolhas sonoras, poesias antigas e outras acabadas de inventar.
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Caminhos 114
Com Manuel Araújo
22
22 SET 2024 14:30–16:00
Os participantes são desafiados a imaginarem a cidade sem ruas largas e a circularem pelas estreitas e escuras calçadas que levavam os peregrinos da Ribeira até à Sé e, dali, até ao outro lado do velho burgo, o Campo do Olival, de onde seguiam para Santiago.
Atividade integrada no programa das Jornadas Europeias do Património 2024.
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Caminhos 113
Com Graça Lacerda e Sérgio Gomes
21
21 SET 2024 21:30–23:00
Arqueossítio. Fotografia de Rui Oliveira
A partir do local onde diferentes camadas com mais de 2500 anos contam a história da cidade, percorremos ruas, ouvimos curiosidades, fazemos uma viagem no tempo e no espaço numa luz oculta com segredos a descobrir.
Atividade integrada no programa das Jornadas Europeias do Património 2024.
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Caminhos 112
Com Teresa Portela Marques e Carolina Sousa
21
21 SET 2024 14:30–16:30
Cais das Pedras, 1910 Arquivo Histórico Municipal do Porto
O Vale de Massarelos, onde se esculpem os Caminhos do Romântico, forma como que um palimpsesto de realidades — tangíveis e intangíveis, passadas e presentes, visíveis ou ocultas — que merecem ser reveladas e interpretadas. Desde a grande paisagem de terra, céu, rio e mar aos pequenos objetos ou elementos, naturais e culturais, que narram a história da ocupação do lugar e lhe conferem caráter, várias são as possibilidades de desvendamento facilitado por um passeio pelas suas velhas ruelas, quintas, jardins e miradouros.
A proposta deste percurso é desvelar, através do Geocaching, outras camadas comunicantes da paisagem e dos seres que nela passam.
Surgido há 24 anos, o Geocaching assume-se como uma modalidade de descoberta de caches escondidas nos mais variados locais com recurso à georreferenciação GPS e às pistas deixadas pelo detentor da cache. São milhões as caches espalhadas pelo mundo e cada uma cumpre a missão de conectar o participante com uma paisagem, um monumento, uma história.
Ocultas ao nosso olhar, as caches há muito fazem parte dos nossos caminhos e os «Caminhos do Romântico» não são exceção.
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Caminhos 105
Com António Almeida
SEX 20—DOM 22 SET, 11H/15H (6 sessões)
20
20 SET 2024 11:00–22 SET 2024 15:00
Antiga Casa da Câmara, 2021. Fotografia de António Alves
Em meados de 1350, a organização municipal mandou construir um paço em pedra, assente na primitiva muralha da cidade. Esta prestigiante torre ameada é hoje uma recriação contemporânea do arquiteto Fernando Távora (1996-2002), que envolveu parte das ruínas medievais e fez nascer um amplo lado em vidro, uma interface para a cidade.
Atividade integrada no programa das Jornadas Europeias do Património 2024.
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Caminhos 104
Com Luís Alves
07
7 SET 2024 14:30–16:30
Jardim da Casa Marta Ortigão / Fotografia de António Alves
Dezenas de árvores notáveis vivem escondidas dos nossos olhares, em parques e jardins mesmo ao lado de sítios por onde passamos com frequência mas que nunca ousamos percorrer. Engrossaram os seus troncos em lugares onde se fizeram anciãs, assistiram serenamente à transformação de baldios em casas habitadas por gerações de famílias, foram sombra fresca de petizes, inspiração de cientistas e poetas, são testemunhas de vida e de morte.
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SET
Caminhos 103
Com Luís Alves
03
3 SET 2024 14:30–16:30
Jardim da Casa Marta Ortigão / Fotografia de António Alves
Dezenas de árvores notáveis vivem escondidas dos nossos olhares, em parques e jardins mesmo ao lado de sítios por onde passamos com frequência mas que nunca ousamos percorrer. Engrossaram os seus troncos em lugares onde se fizeram anciãs, assistiram serenamente à transformação de baldios em casas habitadas por gerações de famílias, foram sombra fresca de petizes, inspiração de cientistas e poetas, são testemunhas de vida e de morte.
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JUL
Caminhos 102
Com Carlos Magno
27
27 JUL 2024 14:30–16:30
Fotografia de Rui Oliveira
Os Caminhos do Romântico do século XXI guardam sussurros não menos românticos, não menos pungentes, não menos bucólicos, nem menos extremados do que os que se adivinham ter sido perpetrados em pleno Romantismo. Este percurso trará foco às vozes anónimas, fugazmente escritas e desenhadas nas paredes, nos caminhos, ou nos mais diversos elementos, através da análise da semiótica urbana. Parar para auscultar uma multiplicidade de signos em caminhos que tantas vezes nos fazem companhia em viagens, mas que velozmente percorremos sem neles reparar, e deixar, por fim, que despertem em nós a capacidade de olharmos para dentro daquilo que vemos, será o mote deste convite. Sem preconceitos, pretende-se alargar o horizonte à diversidade cultural de uma pluralidade de vontades sociais que se plasmam numa arte pública democrática. Desde a Rua de D. Pedro V à Calçada da Boa Viagem, onde recentemente os moradores pintaram um mural com evocações das suas memórias mais presentes, a proposta deste percurso é deixarmo-nos perder
nos meandros dessas vozes que fazem do espaço urbano um permanente fervilhar de sentidos.
AGO
Caminhos 101
Com Sérgio Veludo
24
24 AGO 2024 14:30–16:30
Carta topographica das Linhas do Porto / levantada pelo coronel Moreira; novamente lythographada e augmentada por A. C. Lemos. António Carvalho de Lemos. Lisboa, 1835 Biblioteca Nacional Digital
O extenso Vale de Massarelos é muito rico em espaços de memória do Cerco, tanto em locais de posições de artilharia e combates, como nas residências das famílias inglesas, proprietárias das caves – à época ocupadas pelas tropas Miguelistas, mas residentes na margem Norte do Douro. Destacam-se ainda ruas configuradas com o desenho urbano da época, como a Rua da Macieirinha ou a das Virtudes.
O percurso a que nos propomos tem o seu o início no Jardim e Quinta das Virtudes, e segue pela Rua da Bandeirinha até à Rua de Sobre o Douro, subindo ao Palácio de Cristal. Segue depois pelo Museu Romântico, toma a Rua e Escadas de Entre Quintas até à Escadaria das Macieirinhas, continua a descer até à Rua e Travessa do Campo do Rou, passa pela Rua da Flora e Rua do Outeiro até chegar à Irmandade de Massarelos.
A razão de sermos a Cidade Invicta, «Mui Nobre, Sempre Leal» não se pode dissociar do Cerco do Porto, e Massarelos guarda muitas histórias dessa História.
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AGO
Caminhos 099
Com Manuel Araújo
TER 6 E SÁB 10 AGO (2 sessões)
06
6 AGO 2024 14:30–10 AGO 2024 14:30
A calçada portuguesa faz parte do quotidiano e da memória de todos os que deambulam diariamente pelas ruas da cidade. As origens, a história e os pavimentos onde existiu e ainda existe este tipo de mosaico é o que propomos conhecer neste percurso.
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Caminhos 098
Com Equipa do Museu do Porto
24
24 JUL 2024 10:00–17:00
Cossoiro em cerâmica. Época romana. Calçada do Ouro, 2001. Fotografia de Fernando Noronha
O Museu do Porto celebra o Dia Internacional da Arqueologia no Arqueossítio e no Reservatório, com um programa de atividades em que se incluem percursos, oficinas e pedipaper.
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Caminhos 097
Com Luís Aguiar Branco e Alberto Rocha
06
6 JUL 2024 14:30–16:30
«Largo de S. Pedro», interpretação gráfica de Luís Aguiar Branco a partir da planta de Telles Ferreira (1892)
O território de Campanhã está moldado pelos ondulantes vales dos rios Tinto e Torto, a verdejante paisagem evidencia a fertilidade, os moinhos de água transformam os cereais em alimento, e as pontes servem o caminho dos homens em pequenas quintas ou aldeias. Sobem as encostas em bosques até ao planalto povoado, onde os lugares se entrecruzam em becos, vielas, travessas e ruas que aceitam a condição natural da linha curva. No sábado junta-se ao elemento terra a sinergia do Yoga e a fluidez de movimentos corporais, em momentos de exercício coletivo.
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JUL
Caminhos 096
Com Luís Aguiar Branco e Alberto Rocha
02
2 JUL 2024 14:30–15:30
«Largo de S. Pedro», interpretação gráfica de Luís Aguiar Branco a partir da planta de Telles Ferreira (1892)
O território de Campanhã está moldado pelos ondulantes vales dos rios Tinto e Torto, a verdejante paisagem evidencia a fertilidade, os moinhos de água transformam os cereais em alimento, e as pontes servem o caminho dos homens em pequenas quintas ou aldeias. Sobem as encostas em bosques até ao planalto povoado, onde os lugares se entrecruzam em becos, vielas, travessas e ruas que aceitam a condição natural da linha curva. No sábado junta-se ao elemento terra a sinergia do Yoga e a fluidez de movimentos corporais, em momentos de exercício coletivo.
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JUN
Caminhos 095
Com Francisco Queiroz
22
22 JUN 2024 14:30–16:30
Neste percurso, homenageamos Antónia Adelaide Ferreira, no local da cidade que detém a maior concentração por metro quadrado de evocações visuais aos grandes negociantes do Douro no século XIX: o Cemitério Britânico. São várias as inscrições sepulcrais nas quais se vislumbram apelidos que facilmente reconhecemos por coincidirem com marcas de vinho do Porto. Neste cemitério existe também uma insólita lápide que, indiretamente, assinala o dia em que Antónia Adelaide Ferreira quase perdeu a vida no seu Douro. Sendo um dos sítios mais românticos e menos conhecidos do Porto, o Cemitério Britânico é o espaço ideal para colocar a figura de «Dona Antónia» no contexto histórico dos senhores do Douro – contexto esse que não se limitava à produção de uva, ao fabrico e exportação de vinho. Várias personalidades que com ela competiram no mercado vitivinícola tinham outros investimentos, alguns dos quais inusitados sob o olhar contemporâneo. A própria «Dona Antónia», quando enviuvou do seu primeiro marido e primo, herdou uma diversificada carteira de negócios, não se limitando aos relacionados com o Porto e com o Douro.
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Caminhos 094
Com Manuela Ribeiro e Sérgio Gomes
14
14 JUN 2024 15:00–16:00
Nesta visita, os vestígios arqueológicos serão as pistas de uma viagem de descoberta da história do Morro da Penaventosa. Durante a viagem serão reveladas marcas escondidas desta história, desafiando os participantes a imaginar a cidade noutros tempos.
Atividade inserida na programação das Jornadas Europeias da Arqueologia.
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Caminhos 088
Com António Almeida
SEX 14—DOM 16 JUN, 11H / 15H (6 sessões)
14
14 JUN 2024 11:00–16 JUN 2024 16:00
Venha conhecer a evolução da ‘domus municipalis’ desde a Idade Média até ao Século XXI no Morro de Penaventosa.
Atividade inserida na programação das Jornadas Europeias da Arqueologia.
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Caminhos 087
Com Graça Lacerda
15
15 JUN 2024 14:30–16:30
Desde a Idade Média que há referências à festa de São João, mas o dia 24 de junho ainda não era feriado. Este dia mágico atrai atualmente imensas pessoas para as ruas do Porto. A partir da tapeçaria «Festa de S. João», de Guilherme Camarinha, vamos procurar imagens de S. João Baptista em edifícios civis, igrejas e espaços públicos, observar cascatas, manjericos, balões, fogo-de-artifício e quadras. O nosso destino é a Ribeira onde até já cheira a São João!
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Caminhos 086
Com Graça Lacerda
11
11 JUN 2024 14:30–16:30
Desde a Idade Média que há referências à festa de São João, mas o dia 24 de junho ainda não era feriado. Este dia mágico atrai atualmente imensas pessoas para as ruas do Porto. A partir da tapeçaria «Festa de S. João», de Guilherme Camarinha, vamos procurar imagens de S. João Baptista em edifícios civis, igrejas e espaços públicos, observar cascatas, manjericos, balões, fogo-de-artifício e quadras. O nosso destino é a Ribeira onde até já cheira a São João!
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Caminhos 085
Com José Manuel Lopes Cordeiro
18
18 MAI 2024 14:30–15:30
Casa onde morou o Rei Carlos Alberto, 1849 Joaquim Cardoso V. Vilanova / Arquivo Histórico Municipal do Porto
Este percurso propõe um périplo pelos locais relacionados com a estadia de Carlos Alberto no Porto. O antigo rei da Sardenha entrou na cidade pelo Carvalhido, no dia 19 de abril de 1849, onde foi recebido pelas autoridades civis, militares, religiosas e por inúmeras individualidades da sociedade portuense. Através da Rua de Cedofeita, e sempre com uma multidão a acompanhar a sua passagem, dirigiu-se para o então Largo dos Ferradores (atual Praça de Carlos Alberto), tendo ficado alojado na Hospedaria de António Bernardo Pexe (ou Peixe), instalada no Palacete dos Viscondes de Balsemão. Será visitado um aposento do 1.º andar do Palacete, que terá sido o quarto onde o antigo monarca dormiu. De seguida serão visitados outros locais relacionados com a estadia de Carlos Alberto na cidade, entre os quais a casa da Quinta da Macieirinha, na Rua de Entre Quintas, na qual passou a viver a partir de 14 de maio, até ao seu falecimento no dia 28 de julho de 1849, e onde a visita terminará.
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Caminhos 084
Com Luís Alves e João Valente
11
11 MAI 2024 14:30–16:30
Fotografia de Teófilo Rego / Arquivo Histórico Municipal do Porto
Nesta Deriva, os jardins e as cerca de 860 árvores da Quinta de Bonjóia são as protagonistas. Esta deambulação propõe um olhar atento, acompanhado de partilhas sobre as principais características de várias espécies, não esquecendo a referência aos mais antigos exemplares, à vasta comunidade de Choupos-Negros e às três dezenas de Ulmeiros.
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Caminhos 083
Com Pedro Rocha e Alberto Rocha
07
7 MAI 2024 14:30–16:30
Fotografia de Teófilo Rego / Arquivo Histórico Municipal do Porto
Nesta Deriva, os jardins e as cerca de 860 árvores da Quinta de Bonjóia são as protagonistas. Esta deambulação propõe um olhar atento, acompanhado de partilhas sobre as principais características de várias espécies, não esquecendo a referência aos mais antigos exemplares, à vasta comunidade de Choupos-Negros e às três dezenas de Ulmeiros. Junta-se ao elemento terra a sinergia do Yoga e a fluidez de movimentos corporais, num momento final em exercício coletivo.
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Caminhos 082
Com A Recoletora e a herbalista Pamela Sousa
20
20 ABR 2024 14:30–16:30
© A Recoletora
Neste percurso de primavera, dedicado à vegetação silvestre comestível e medicinal, vamos percorrer os Caminhos do Romântico guiados pelo olhar atento da herbalista Pamela Sousa. Vamos aprender a «ver» as plantas que crescem de forma espontânea e resiliente nos muros serpenteados, nos degraus, em cima dos telhados ou por entre as pedras da calçada dos socalcos do Vale de Massarelos. Com esta aula andante pretende-se ensinar aos participantes formas de identificar estas espécies, os seus nomes científicos e populares, as famílias botânicas a que pertencem, as partes comestíveis e as receitas que as tornam saborosas, nutritivas e terapêuticas. Este será o último percurso especial, de um conjunto de três, proposto pela Recoletora para os Caminhos do Romântico do Porto. Cada percurso foi orientado por uma especialista diferente, que nos conduziu por uma mesma geografia ao longo das várias estações do ano. Quão díspares são as visões e leituras destas três especialistas? Que mutações pode a flora espontânea apresentar durante o seu ciclo? Quantas versões pode um percurso ter?
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Caminhos 081
Com Marta Teixeira
13
13 ABR 2024 14:30–15:30
Camilo Castelo Branco / Arquivo Municipal do Porto
Camilo Castelo Branco não nasceu no Porto, mas fez-se escritor com alma portuense, cuja história se misturou com a da própria cidade. Tendo como ponto de partida desta deambulação
a Casa do Roseiral, iremos visitar locais de destaque para a vida quotidiana e boémia de Camilo, tentando compreender como a cidade foi pano de fundo para a sua criação literária – o Porto de Camilo.
ABR
Caminhos 080
Com Marta Teixeira
09
9 ABR 2024 14:30–15:30
Camilo Castelo Branco / Arquivo Municipal do Porto
Camilo Castelo Branco não nasceu no Porto, mas fez-se escritor com alma portuense, cuja história se misturou com a da própria cidade. Tendo como ponto de partida desta deambulação
a Casa do Roseiral, iremos visitar locais de destaque para a vida quotidiana e boémia de Camilo, tentando compreender como a cidade foi pano de fundo para a sua criação literária – o Porto de Camilo.
MAR
Caminhos 079
Com Pedro Andrade
23
23 MAR 2024 17:30–19:30
Pavão-real na Avenida das Tílias, Palácio de Cristal. Fotografia de Pedro Andrade
Enganem-se os que acham que o Porto é apenas uma cidade de pessoas, para pessoas, com histórias de pessoas. A nossa cidade é também um local de biodiversidade, com um infindável potencial de revelação. Como embaixadoras da biodiversidade, as aves são um excelente ponto de partida para aprendermos como a Natureza subsiste ainda nas cidades. Mais do que apenas pombos, gaivotas e pardais, os nossos jardins abrigam um grande número de espécies, como o barulhento pica-pau, o curioso pisco-de-peito-ruivo ou o destemido melro, cada um com a sua história para contar. Neste percurso, os participantes serão convidados a aprender um pouco mais sobre o mundo das aves do Porto, revelado pelas que habitam os jardins de Massarelos, e desvendar alguns dos segredos da avifauna. Quais são as primeiras aves a acordar, ainda antes do Sol romper? Porque é que os pombos e gaivotas têm tanto sucesso na nossa cidade? Qual é o segredo escondido nas penas dos pavões dos jardins do Palácio de Cristal? E qual é a ligação entre o vinho do Porto e a ciência das aves em Portugal?
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MAR
Caminhos 078
Com A Recoletora e a herbalista Fernanda Botelho
09
9 MAR 2024 14:30–16:30
Serralha (Sonchus oleraceus). © A Recoletora
Desde os primeiros rituais fúnebres que o homem tenta encontrar um lugar comum entre os que partem e os que ficam. Nesta deriva, vamos deambular pelo Prado do Repouso à procura da flora que habita o cemitério, seja ela cultivada ou espontânea, de grande porte ou rasteira, viva ou inanimada, decorativa ou ritualística. Vamos aprender sobre os usos alimentares e simbólicos de plantas como o cipreste, a perpétua-das-areias ou a pervinca (a fiore di morte usada desde a época Medieval na decoração de caixões de crianças).
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Caminhos 077
Com A Recoletora e a herbalista Fernanda Botelho
05
5 MAR 2024 14:30–16:30
Serralha (Sonchus oleraceus). © A Recoletora
Desde os primeiros rituais fúnebres que o homem tenta encontrar um lugar comum entre os que partem e os que ficam. Nesta deriva, vamos deambular pelo Prado do Repouso à procura da flora que habita o cemitério, seja ela cultivada ou espontânea, de grande porte ou rasteira, viva ou inanimada, decorativa ou ritualística. Vamos aprender sobre os usos alimentares e simbólicos de plantas como o cipreste, a perpétua-das-areias ou a pervinca (a fiore di morte usada desde a época Medieval na decoração de caixões de crianças).
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FEV
Caminhos 076
Com Alcide Gonçalves
17
17 FEV 2024 14:30–16:30
Percurso Especial #7 — Ao encontro das camélias nos Caminhos do Romântico © Sérgio Rolando
Símbolo de harmonia, amor e beleza, as flores do género Camellia são das mais amadas do reino vegetal sendo mesmo designadas como «Rainha das
flores». As várias coleções presentes nos jardins são o testemunho vivo deste encantamento e preferência. Mas a história das camélias faz-se em grande
parte pelo contributo dos seus colecionadores cujo gosto, dedicação e paixão permitiram criar este património botânico e cultural, que cruza, até hoje,
fronteiras de muitos países e continentes. Ao longo do percurso, que se fará entre a Casa Tait e os Jardins do Palácio de Cristal, apreciaremos as coleções de Camélias ficando a conhecer melhor os nomes dos seus admiradores, e as particularidades à volta deste precioso legado vegetal.
JAN
Caminhos 075
Com Manuel de Sousa
20
20 JAN 2024 14:30–16:30
1.ª Exposição Colonial Portuguesa: Aldeia da Guiné, na ilha do lago dos jardins do Palácio de Cristal, 1934 Arquivo Histórico Municipal do Porto
Em 1934, o Palácio de Cristal e os seus jardins acolheram a Exposição Colonial Portuguesa, através da qual o Estado Novo realizou uma operação de propaganda sobre a sua política colonial, promovida a grande desiderato nacional. Noventa anos volvidos e meio século depois da independência das antigas colónias ultramarinas, vale a pena voltar aos mesmos locais para refletir criticamente sobre a sua romantização neste lugar e a sua memória.
No percurso pelos jardins do Palácio de Cristal, passar-se-á também em revista a história do local, abordando designadamente a construção do edifício de ferro e vidro que acolheu a «Exposição Internacional do Porto» de 1865 e, posteriormente, muitas feiras industriais e eventos sociais, políticos e culturais.
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Caminhos 074
Com Mário Mesquita e Alberto Rocha
10
10 FEV 2024 14:30–16:30
Percurso Especial #3 — Porto, a cidade das águas: entre a Quinta de Gólgota e Entre Quintas © Sérgio Rolando
Porto é a «cidade das águas». No Romantismo, os percursos cidade/campo eram feitos nas margens de pequenos rios e ribeiras e eram percorridos pelos «do povo» e pelas famílias burguesas. À semana, para trabalhar e ao fim de semana para o ócio, acompanhados pelas águas e pelas fontes, fontanários, bicas, mananciais, lavadouros e bebedouros. Este percurso realiza-se entre o Bonfim e Campanhã.
Na sessão de sábado, junta-se ao elemento água a sinergia do Ioga e a fluidez de movimentos corporais, num momento final da deambulação, em exercício coletivo. Seguir o caminho das nuvens e beijar a terra é também a proposta do professor Alberto Rocha.
FEV
Caminhos 073
Com Mário Mesquita
06
6 FEV 2024 14:30–16:30
Percurso Especial #3 — Porto, a cidade das águas: entre a Quinta de Gólgota e Entre Quintas © Sérgio Rolando
Porto é a «cidade das águas». No Romantismo, os percursos cidade/campo eram feitos nas margens de pequenos rios e ribeiras e eram percorridos pelos «do povo» e pelas famílias burguesas. À semana, para trabalhar e ao fim de semana para o ócio, acompanhados pelas águas e pelas fontes, fontanários, bicas, mananciais, lavadouros e bebedouros. Este percurso realiza-se entre o Bonfim e Campanhã.
Na sessão de sábado, junta-se ao elemento água a sinergia do Ioga e a fluidez de movimentos corporais, num momento final da deambulação, em exercício coletivo. Seguir o caminho das nuvens e beijar a terra é também a proposta do professor Alberto Rocha.
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JAN
Caminhos 072
Com Manuel Araújo
13
13 JAN 2024 14:30–16:30
Capela de São Roque ©Arquivo Histórico Municipal do Porto
É feito um percurso pela cidade de oitocentos, período de grandes transformações políticas e urbanísticas, à procura destes locais de culto que hoje já não fazem parte da paisagem.
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Caminhos 071
Com Manuel Araújo
09
9 JAN 2024 14:30–16:30
Capela de São Roque ©Arquivo Histórico Municipal do Porto
É feito um percurso pela cidade de oitocentos, período de grandes transformações políticas e urbanísticas, à procura destes locais de culto que hoje já não fazem parte da paisagem.
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Caminhos 070
Com Graça Lacerda
09
9 DEZ 2023 14:30–16:30
Coleção Museu do Porto / Coleção Casa Vitorino Ribeiro
Em 1223, S. Francisco de Assis montou o primeiro presépio numa gruta em Itália. Montar o presépio tornou-se numa tradição de Natal. Começamos a deriva no Museu Guerra Junqueiro, perto da Sé, e vamos deambular pelo Centro Histórico a conhecer peças deste costume natalício com oito séculos: obras artísticas ou artesanais, de diferentes materiais, como madeira, argila ou papel.
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Caminhos 069
Com Graça Lacerda
05
5 DEZ 2023 14:30–16:30
Coleção Museu do Porto / Coleção Casa Vitorino Ribeiro
Em 1223, S. Francisco de Assis montou o primeiro presépio numa gruta em Itália. Montar o presépio tornou-se numa tradição de Natal. Começamos a deriva no Museu Guerra Junqueiro, perto da Sé, e vamos deambular pelo Centro Histórico a conhecer peças deste costume natalício com oito séculos: obras artísticas ou artesanais, de diferentes materiais, como madeira, argila ou papel.
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Caminhos 068
Com A Recoletora e a herbalista Rita Roquette
18
18 NOV 2023 14:30–16:30
Alfavaca-de-cobra (Parietaria judaica), Vale de Massarelos. Fotografia de A Recoletora
Neste percurso de outono com A Recoletora vamos calcorrear os caminhos do Vale de Massarelos guiados pela herbalista, artista e educadora Rita Roquette, à procura da vegetação espontânea, comestível e medicinal, que desponta das pedras dos muros, das fontes, dos bueiros, dos degraus e das frestas da calçada. Uma aula andante para aprender a nomear e a identificar estas espécies resilientes, conhecer os seus usos etnobotânicos e descobrir o seu folclore.
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Caminhos 067
Com Luís Aguiar Branco
11
11 NOV 2023 14:30–16:30
© Luís Aguiar Branco
A zona habitacional entre a Avenida Marechal Gomes da Costa e o antigo caminho de Passos (atual R. de Fez) começou a ser planificada a partir de meados dos anos 40 e concretizada já nos inícios dos anos 50, do séc. XX, época em que Fernando Távora era arquiteto na Câmara Municipal do Porto apoiando os serviços de planeamento e urbanismo. Neste local evidenciam-se as diferenças de personalidade dos autores da ambicionada procura sobre os caminhos da modernidade arquitetónica.
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Caminhos 066
Com Luís Aguiar Branco
07
7 NOV 2023 14:30–16:30
© Luís Aguiar Branco
A zona habitacional entre a Avenida Marechal Gomes da Costa e o antigo caminho de Passos (atual R. de Fez) começou a ser planificada a partir de meados dos anos 40 e concretizada já nos inícios dos anos 50, do séc. XX, época em que Fernando Távora era arquiteto na Câmara Municipal do Porto apoiando os serviços de planeamento e urbanismo. Neste local evidenciam-se as diferenças de personalidade dos autores da ambicionada procura sobre os caminhos da modernidade arquitetónica.
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Caminhos 065
Com Ricardo Teixeira e Vítor Fonseca
21
21 OUT 2023 14:30–16:30
Fotografia aérea do final da escavação nos terrenos da antiga Fábrica de Cerâmica de Massarelos (2003)
Partindo da apresentação dos principais resultados da intervenção arqueológica realizada nos terrenos da antiga Fábrica de Cerâmica de Massarelos, fundada em 1766, será evidenciado o cariz industrial deste território e a sua articulação com o Rio Douro. Este percurso pretende também destacar a importância da arqueologia industrial para o enriquecimento da história contemporânea da cidade do Porto.
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Caminhos 064
Por A Recoletora, com os Landra (Sara Rodrigues e Rodrigo Camacho)
07
7 OUT 2023 14:30–16:30
Carvalho-alvarinho (Quercus Robur). ©A Recoletora
Enquanto deambulamos pela Quinta do Covelo, parque arborizado no Porto onde existem mais de 1000 Quercus, vamos refletir sobre os conceitos de autonomia, resiliência e regeneração, intrinsecamente relacionados com o carvalhal e a bolota, tão urgentes no tempo presente.
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Caminhos 063
Por A Recoletora, com os Landra (Sara Rodrigues e Rodrigo Camacho)
03
3 OUT 2023 14:30–16:30
Carvalho-alvarinho (Quercus Robur). ©A Recoletora
Enquanto deambulamos pela Quinta do Covelo, parque arborizado no Porto onde existem mais de 1000 Quercus, vamos refletir sobre os conceitos de autonomia, resiliência e regeneração, intrinsecamente relacionados com o carvalhal e a bolota, tão urgentes no tempo presente.
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Caminhos 062
Caminhos do Romântico, com António Fleming
23
23 SET 2023 14:30–16:30
Estudo para o painel de azulejos da fachada da Confraria das Almas do Corpo Santo de Massarelos – AHMP
Pretende dar-se a conhecer a história da Igreja de Massarelos e a constituição da sua Confraria. Sendo esta uma terra de mareantes, a figura de S. Pedro Gonçalves Telmo será abordada, assim como episódios de relevo e menos conhecidos sobre a Confraria, como a sua participação na Invencível Armada que opôs o Reino de Espanha a Inglaterra.
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Caminhos 061
Por A Recoletora, com a herbalista Fernanda Botelho
09
9 SET 2023 15:00–17:00
Baldio de Justino Teixeira, Campanhã. Por A Recoletora
Tomando o conceito alargado de terreno “baldio” como ponto de partida, vamos deambular pelo Monte da Ervilha, um dos locais mais férteis em todo o concelho do Porto, à procura de plantas espontâneas comestíveis e medicinais, para comprovarmos que o baldio não está vazio nem é inculto. Muito pelo contrário. Este baldio é um espaço da diversidade selvagem, de resistência e liberdade onde se podem ensaiar outros modos de pensar e co-habitar o espaço na cidade.
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Caminhos 060
Por A Recoletora, com a herbalista Fernanda Botelho
19
19 SET 2023 15:00–5 SET 2023 17:00
Baldio de Justino Teixeira, Campanhã. Por A Recoletora
Tomando o conceito alargado de terreno “baldio” como ponto de partida, vamos deambular pelo Monte da Ervilha, um dos locais mais férteis em todo o concelho do Porto, à procura de plantas espontâneas comestíveis e medicinais, para comprovarmos que o baldio não está vazio nem é inculto. Muito pelo contrário. Este baldio é um espaço da diversidade selvagem, de resistência e liberdade onde se podem ensaiar outros modos de pensar e co-habitar o espaço na cidade.
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Caminhos 059
Caminhos do Romântico, com a herbalista Fernanda Botelho / A Recoletora
19
19 AGO 2023 14:30–16:30
Ruínas (Cymbalaria muralis) / A Recoletora
Neste percurso especial de verão vamos deambular pelos socalcos do Vale de Massarelos e observar a resiliência das espécies vegetais bravias que crescem nos muros, paredes, lavadouros, chafarizes ou nas fissuras das pedras do caminho. Vamos contemplá-las e notar a sua natureza comestível e medicinal.
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Caminhos 058
Com Luís Aguiar Branco
05
5 AGO 2023 15:00–17:00
1962. Casa Pablo Galli
A Rua de Costa Cabral corresponde ao alinhamento da medieval estrada velha para Guimarães onde, como era habitual, as famílias nobres edificavam pontualmente quintas nos arredores da cidade amuralhada. Neste local, existiu a designada Quinta do Paço com referências documentais desde meados do séc. XV, a qual sofreu obras de total transformação em 1949.
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Caminhos 057
Com Luís Aguiar Branco
01
1 AGO 2023 15:00–17:00
1962. Casa Pablo Galli
A Rua de Costa Cabral corresponde ao alinhamento da medieval estrada velha para Guimarães onde, como era habitual, as famílias nobres edificavam pontualmente quintas nos arredores da cidade amuralhada. Neste local, existiu a designada Quinta do Paço com referências documentais desde meados do séc. XV, a qual sofreu obras de total transformação em 1949.
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Caminhos 056
24
24 JUL 2023 10:00–17:00
Fragmento de anforisco. Rodes Mediterrâneo Oriental, séc. IV-III a.C. Pasta de vidro sobre núcleo de argila. Rua de D. Hugo n.º 5, 1992. Fotografia de Graça Sarsfield. Coleção Museu do Porto / Arqueossítio
Programa do Museu do Porto no Dia Internacional da Arqueologia.
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Caminhos 055
Caminhos do Romântico, com Jorge Ribeiro
22
22 JUL 2023 14:30–16:30
“O Peregrino Real” – coleção particular
Conheceremos na cidade os espaços onde Carlos Alberto se hospedou, entre outras histórias desta personalidade tão acarinhada pelos portuenses.
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Caminhos 054
Com Cooperativa FRENESIM
SÁB 22 JUL 11H-13H E 15H-17H (2 sessões)
22
22 JUL 2023 11:00–17:00
Museu do Porto / Reservatório, 2021. Fotografia de Antonio Alves
Em grupo, buscamos ecos, reflexos, artefactos submersos e ideias que planam à superfície.
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Caminhos 053
Caminhos do Romântico, com Jorge Ricardo Pinto
17
17 JUN 2023 14:30–16:30
Planta baixa da Rua da Bandeirinha, c.1826 | AHMP
O Porto da segunda metade do século XIX ficou marcado por um enorme crescimento demográfico, que originou uma paisagem urbana mais complexa e diversificada. Este percurso pretende descodificar o processo de urbanização oitocentista na parte Ocidental do Porto, combinando uma análise à morfologia urbana com a geografia social.
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Caminhos 052
Por A Recoletora, com a herbalista Fernanda Botelho
10
10 JUN 2023 15:00–17:00
Fotografia de A Recoletora
Quanto mais urbanizados somos, mais alheados ficamos da natureza vegetal que nos rodeia. Nesta deriva, vamos deambular pela Baixa do Porto e aprender a «ver» as plantas ruderais, aquelas que crescem espontaneamente e de forma resiliente em meios fortemente perturbados pela ação humana — nas bermas das estradas, nos interstícios do betão, nas rachas do alcatrão, entaladas entre as pedras da calçada, nos telhados, nos canteiros das árvores ou nas sarjetas.
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Caminhos 051
Com Graça Lacerda
06
6 JUN 2023 15:00–17:00
Caldas, António Cruz, in: Maria Rita, semanário humorístico, 24.6.1933 - AHM
Quando é que esta festa surgiu no Porto e como se festeja? Como é que 24 de junho se tornou feriado municipal? Vamos percorrer as ruas do Porto e descobrir a imagem de S. João Baptista em edifícios civis, igrejas e espaços públicos, destacando cascatas, manjericos, bailaricos, rusgas, balões, fogo de artifício, quadras e muita magia!
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Caminhos 050
Caminhos do Romântico, com Teresa Portela Marques
20
20 MAI 2023 14:30–16:30
Rua de Entre-Quintas, 2022
O vale de Massarelos acolhe, junto ao Douro, um emaranhado de ruas e casario e, a meia-encosta, casas e quintas de recreio, nomeadamente a Quinta da Macieirinha e a Casa Tait, que sobressaem na paisagem.
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Caminhos 049
Por A Recoletora, com a herbalista Fernanda Botelho
02
2 MAI 2023 15:00–17:00
Fotografia de A Recoletora
Quanto mais urbanizados somos, mais alheados ficamos da natureza vegetal que nos rodeia. Nesta deriva, vamos deambular pela Baixa do Porto e aprender a «ver» as plantas ruderais, aquelas que crescem espontaneamente e de forma resiliente em meios fortemente perturbados pela ação humana — nas bermas das estradas, nos interstícios do betão, nas rachas do alcatrão, entaladas entre as pedras da calçada, nos telhados, nos canteiros das árvores ou nas sarjetas.
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Caminhos 048
Caminhos do Romântico, com José Franco
22
22 ABR 2023 14:30–16:30
Planta topográfica da cidade do Porto de Geraldo Teles Ferreira de 1892
Para esta jornada, propomo-nos – para além de explorar e contemplar a vegetação mais singular dos jardins do Palácio de Cristal, da Quinta da Macieirinha e Casa Tait – abordar, também, o tema das pragas e doenças emergentes.
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Caminhos 047
Com Arnaldo Saraiva
04
4 ABR 2023 15:00–16:30
Eugénio de Andrade, Porto, s/d. Coleção Eugénio de Andrade. Museu do Porto
Visita a alguns dos lugares portuenses mais frequentados por Eugénio de Andrade entre 1950 a 1992.
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Caminhos 046
Caminhos do Romântico, com Carlos Magno. Participação de Claudia Lázaro
18
18 MAR 2023 14:30–16:30
«O Porto, como todas as cidades europeias, tem um discurso romântico para quem o sabe ouvir». Quem o diz é Agustina Bessa-Luís, herdeira do Porto romântico de Camilo Castelo-Branco. Descubra o Porto de Agustina num percurso muito especial, dedicado ao seu centenário, em que percorreremos os Caminhos do Romântico através das palavras e memória da autora.
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Caminhos 045
Caminhos do Romântico, com Armando de Castro Oliveira
18
18 FEV 2023 14:30–16:30
Princeza Real, Jornal de Horticultura Pratica, 1884, p.128
A cidade do Porto é nacional e internacionalmente conhecida por possuir um elevado número de cameleiras. Contudo, é ao longo dos Caminhos do Romântico e nos prolongamentos das ruas envolventes, que se regista uma maior concentração de camélias ostentando os exemplares de maior porte e com a mais ampla diversidade de cultivares, comparativamente a outras áreas da cidade. No apogeu da sua floração, e a partir da visita aos jardins da Casa Tait, serão destacados exemplares antigos, bem como os mais recentes. Prosseguiremos as nossas deambulações pela Quinta da Macieirinha, onde nos debruçaremos sobre os exemplares mais antigos da cidade, terminando o percurso nos Jardins do Palácio de Cristal, em concreto no Jardim Emílio David, renovado em 2019, com um projeto desenvolvido pela Profª. Arquiteta Teresa Portela Marques.
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Caminhos 044
Com Graça Lacerda
11
11 FEV 2023 15:00–17:00
Praça D. Pedro IV com monumento e Paços do Concelho; Foto Guedes, Arquivo Histórico Municipal do Porto (AHMP)
Nesta DERIVA vamos procurar traços da presença de D. Pedro pelas ruas do Porto. As marcas que encontramos serão materiais ou imateriais, existentes ou demolidas, pensadas ou inacabadas? O ponto de partida é a exposição patente nos Paços do Concelho. Passaremos pela praça que teve o nome de D. Pedro e que entretanto foi demolida; visualizaremos as plantas da avenida D. Pedro IV em projeto; destacaremos a iniciativa da construção do Jardim de S. Lázaro como homenagem às mulheres do Porto e imaginaremos representações através de fotografias que nos poderão conduzir ao poderoso legado de D. Pedro IV, o Libertador.
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Caminhos 043
Com Graça Lacerda
07
7 FEV 2023 15:00–17:00
Praça D. Pedro IV com monumento e Paços do Concelho; Foto Guedes, Arquivo Histórico Municipal do Porto (AHMP)
Nesta DERIVA vamos procurar traços da presença de D. Pedro pelas ruas do Porto. As marcas que encontramos serão materiais ou imateriais, existentes ou demolidas, pensadas ou inacabadas? O ponto de partida é a exposição patente nos Paços do Concelho. Passaremos pela praça que teve o nome de D. Pedro e que entretanto foi demolida; visualizaremos as plantas da avenida D. Pedro IV em projeto; destacaremos a iniciativa da construção do Jardim de S. Lázaro como homenagem às mulheres do Porto e imaginaremos representações através de fotografias que nos poderão conduzir ao poderoso legado de D. Pedro IV, o Libertador.
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Caminhos 042
Caminhos do Romântico, com José Manuel Lopes Cordeiro
21
21 JAN 2023 14:30–16:30
Arquivo Histórico Municipal do Porto – Palácio de Cristal portuense: exposição internacional portuguesa de 1865. Reprod. grav. colorida
Este percurso iniciar-se-á nos jardins do Palácio de Cristal e terminará no antigo Armazém Frigorífico do Bacalhau, em Massarelos, propondo uma revisitação dos mais significativos vestígios industriais existentes ao longo de todo aquele trajeto. Embora a indústria já aqui se tivesse implantado no início da segunda metade do séc. XVIII, será no século seguinte que a sua paisagem começará, paulatinamente, a ser preenchida com um conjunto de fábricas, oficinas, armazéns, central termoelétrica, “ilhas” e habitações económicas, num processo que se prolongará pelas primeiras décadas do séc. XX, durante as quais surgirão os edifícios do Entreposto do Peixe e Frigorífico, num estilo arquitetónico modernista, e do Armazém Frigorífico do Bacalhau, concluído em 1939, numa linguagem arquitetónica característica da época.
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Caminhos 041
Com Luís Aguiar Branco
14
14 JAN 2023 15:00–17:00
Ⓒ Luís Aguiar Branco
A décima quarta DERIVA propõe a descoberta do planalto das Antas. Entre a rua de Costa Cabral e a avenida Fernão de Magalhães, este planalto assistiu no segundo quartel do século XX à concretização de um plano urbano definido por uma larga avenida e um conjunto de ruas paralelas e transversais. Rapidamente se foi urbanizando o local, sendo edificadas moradias burguesas em parcelas generosas, isoladas ou geminadas, que são reveladoras das mudanças que ocorreram na estética arquitetónica ao longo do tempo, salientando-se o último sopro tardio da arte-nova, a novidade da arte-déco e uma primeira geração de arquitetos modernos, o retrocesso histórico em revivalismos do chamado “estilo português”, e o anúncio de um segundo momento moderno a partir dos anos 50.
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Caminhos 040
Com Luís Aguiar Branco
03
3 JAN 2023 15:00–17:00
Ⓒ Luís Aguiar Branco
A décima quarta DERIVA propõe a descoberta do planalto das Antas. Entre a rua de Costa Cabral e a avenida Fernão de Magalhães, este planalto assistiu no segundo quartel do século XX à concretização de um plano urbano definido por uma larga avenida e um conjunto de ruas paralelas e transversais. Rapidamente se foi urbanizando o local, sendo edificadas moradias burguesas em parcelas generosas, isoladas ou geminadas, que são reveladoras das mudanças que ocorreram na estética arquitetónica ao longo do tempo, salientando-se o último sopro tardio da arte-nova, a novidade da arte-déco e uma primeira geração de arquitetos modernos, o retrocesso histórico em revivalismos do chamado “estilo português”, e o anúncio de um segundo momento moderno a partir dos anos 50.
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Caminhos 039
Com Mário Mesquita
10
10 DEZ 2022 15:00–17:00
O Porto é a “cidade das águas”. No Romantismo, estes percursos entre a cidade e o campo eram feitos nas margens de pequenos rios e ribeiras que caracterizavam a paisagem portuense em terrenos que, com a anterior expansão da cidade para poente (1836) e o traçado da Circunvalação (1899), ficariam englobados no que hoje chamamos de Porto. Estes caminhos bucólicos eram percorridos, para além daqueles que vinham de fora para trabalhar, pelas famílias burguesas de então, como nos narra o nosso expoente do Romantismo, Camilo Castelo Branco na sua extensa obra, claramente entre a literatura e a sociologia. À semana, para trabalhar e ao fim de semana para o ócio, sempre acompanhados pelas águas e pelos vários equipamentos que foram sendo construídos, como fontes, fontanários, bicas, mananciais, lavadouros e bebedouros, eram a imagem de uma paisagem muito peculiar.
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Caminhos 038
Com Manuel Araújo
06
6 DEZ 2022 15:00–17:00
Pormenor de escultura de madeira policromada do século XVIII, Acervo Museu da Cidade | Casa Marta Ortigão Sampaio
Seguindo uma antiga via romana, utilizada pelos peregrinos de Santiago, ligamos o Palácio de Cristal à Casa Marta Ortigão Sampaio. Pelo caminho vamos à descoberta de alguns pormenores sobre este caminho e, no final, espera-nos uma surpresa!
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Caminhos 037
Caminhos do Romântico, com Helena Hespanhol
19
19 NOV 2022 14:30–16:30
© Helena Hespanhol
Urge apreciar, sentir e experienciar o conceito de metamorfose oferecido pelos riquíssimos refúgios naturais públicos que a encosta de Massarelos nos reserva, nessa procura de conexão à natureza, como são os casos dos jardins da Extensão do Romantismo e da Casa Tait. Uma observação das diferentes escalas em que o mundo natural se organiza, preenchendo os jardins formais, os bosques de grandes árvores nativas e exóticas, os socalcos selvagens, os micromundos por domesticar. Um percurso de pequenos e grandes detalhes, para compor o mosaico de que todos somos feitos.
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Caminhos 036
Com Luís Aguiar Branco
05
5 NOV 2022 15:00–17:00
Deambulação ao longo da margem do rio Douro, reconhecendo o território onde foi construída a muralha gótica “Fernandina” em meados do século XIV. Durante o percurso serão apresentadas as características construtivas da muralha e os locais onde se encontravam os postigos e as portas, desde o postigo da Areia na Lada, até ao postigo da Praia, depois transformado em porta Nobre, em Miragaia.
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Caminhos 035
Caminhos do Romântico, com José Franco
22
22 OUT 2022 15:00–17:00
Planta Topográfica da Cidade do Porto, de Geraldo Teles Ferreira, de 1892 [quadrícula 198] - AHMP
Para esta jornada propomo-nos a explorar e contemplar a vegetação mais singular dos jardins do Palácio de Cristal, da Quinta da Macieirinha e Casa Tait mas, também, aprofundar o tema das pragas e doenças emergentes. Segundo os especialistas, o aumento do comércio mundial associado às alterações climáticas, estará na base da disseminação e aumento exponencial de pragas e doenças, particularmente as registadas nas últimas décadas na Europa. Perante o panorama atual, o Concelho do Porto (integrado na Zona Demarcada de erradicação da Xylella sp.), crê que a muito curto prazo comecemos a sentir o impacto dessas ações de controlo nos espaços verdes e arvoredo, levando a uma irremediável alteração da paisagem urbana e, consequentemente, ao desequilíbrio dos ecossistemas.
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Caminhos 034
Com Pedro Augusto
08
8 OUT 2022 15:00–17:00
Gravura atribuida a Albrecht Dürer, in Hieroglyph, Emblem, and Renaissance Pictography, Ludwig Volkmann, Berlin 1969
Pequeno trajeto desde as fronteiras entre Bonfim e Campanhã, até ao Jardim de São Lázaro onde se encontra a Biblioteca Pública Municipal do Porto. Durante o percurso olhamos aos símbolos mudos que constituíram as forças ruidosas do séc. XIX e XX, na cidade.
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Caminhos 033
Com Paula Lage
04
4 OUT 2022 15:00–17:00
A azulejaria tradicional de fachada dos séculos XIX/XX servirá de tema à Deriva pela Cidade. As obras de reabilitação de edifícios revestidos a azulejo multiplicam-se, desafiam o tempo, tentam manter a génese duma imagem forte que tanto carateriza a Arquitetura Portuense. Por entre ruas sinuosas observam-se fachadas desiguais ou sobriamente repetidas com aquele azulejo original, replicado ou reinventado na sua forma, cor e matéria… é aqui onde o Porto se renova!
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Caminhos 032
Caminhos do Romântico, com Mário Mesquita
17
17 SET 2022 15:00–17:00
© Mário Mesquita
O Porto é a “cidade das águas”. No Romantismo, os percursos entre a cidade e o campo eram feitos nas margens de pequenos rios e ribeiras que caraterizavam a paisagem portuense em terrenos que, com a anterior expansão da cidade para poente (1836) e o traçado da Circunvalação (1899), ficariam englobados no que hoje chamamos de Porto. Estes caminhos bucólicos eram percorridos, para além daqueles que vinham de fora para trabalhar, pelas famílias burguesas de então, como nos narra o nosso expoente do Romantismo, Camilo Castelo Branco na sua extensa obra, claramente entre a literatura e a sociologia. Nos dois sentidos, do centro para a periferia e desta para o coração dinâmico da cidade romântica, os burgueses e os “do povo” faziam seus, todos estes caminhos, que, felizmente hoje, se conservam e que permitem salvaguardar uma memória que tanto marcou a imagem da cidade. À semana, para trabalhar e ao fim de semana para o ócio, sempre acompanhados pelas águas e pelos vários equipamentos que foram sendo construídos, como fontes, fontanários, bicas, mananciais, lavadouros e bebedouros – a imagem de uma paisagem muito peculiar e, sem dúvida, única, numa urbe que, pela toponímia, seguramente deveria ser especial. Neste percurso pelos lugares da água, propomos um trajeto, entre o Campo Alegre e as vertentes do Palácio de Cristal.
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Caminhos 031
Com Pedro Augusto
06
6 SET 2022 15:00–17:00
Astragildo Gonçalves, Sino das Oficinas Gerais da CMP : Carvalhido Arquivo Histórico Casa do Infante
Pequeno trajeto desde as fronteiras entre Bonfim e Campanhã, até ao Jardim de São Lázaro onde se encontra a Biblioteca Pública Municipal do Porto. Durante o percurso olhamos aos símbolos mudos que constituíram as forças ruidosas do séc. XIX e XX, na cidade.
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Caminhos 030
Caminhos do Romântico, com Luís Alves
20
20 AGO 2022 15:00–17:00
© Joana Leite
Partindo da Extensão do Romantismo propõe-se a visita a várias hortas no coração da cidade do Porto. Hortas perscrutadas pelo olhar de todos quantos cruzam este território, mas inacessíveis à possibilidade de as experienciar, pelos altos muros que as abrigam e mantêm como redutos de uma ancestral ligação à terra. Abrindo-se especialmente para este percurso, algumas das hortas do vale de Massarelos deixar-se-ão percorrer. Nelas será abordado o seu potencial no fornecimento de serviços gratuitos do ecossistema, fundamental para o equilíbrio do ambiente urbano e melhoria da qualidade de vida das comunidades, assim como a sua importância na economia circular de alimentos e a maior eficiência na gestão dos resíduos urbanos. Paralelamente, o seu importante papel na segurança alimentar de populações vulneráveis, funcionando ao mesmo tempo como ferramenta de saúde física e mental.
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Caminhos 029
Caminhos do Romântico, com Francisco Queiroz
23
23 JUL 2022 15:00–17:00
Carlos Alberto no Porto por Antonio Puccinelli c. 1865. Bologna Museo civico del Risorgimento
Neste curto percurso, desde a capela dedicada a Carlos Alberto até ao oratório da casa onde morreu, serão apresentados dados biográficos inéditos sobre o único monarca estrangeiro que viveu no Porto, onde foi entronizado como o herói romântico por excelência. Embora conste nos anais da História como um rei derrotado, Carlos Alberto foi determinante nas mudanças ocorridas na Europa em meados do século XIX. Vários autores biografaram-no e são relativamente conhecidos os detalhes sobre o seu exílio no Porto. Porém, muito está por dizer sobre a sua juventude e relações familiares, fortemente condicionadoras da sua personalidade e percurso de vida.
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Caminhos 028
Com Paula Lage
09
9 JUL 2022 15:00–17:00
A azulejaria tradicional de fachada dos séculos XIX/XX servirá de tema à Deriva pela Cidade. As obras de reabilitação de edifícios revestidos a azulejo multiplicam-se, desafiam o tempo, tentam manter a génese duma imagem forte que tanto carateriza a Arquitetura Portuense. Por entre ruas sinuosas observam-se fachadas desiguais ou sobriamente repetidas com aquele azulejo original, replicado ou reinventado na sua forma, cor e matéria… é aqui onde o Porto se renova!
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Caminhos 027
Com Manuel Azevedo Graça
05
5 JUL 2022 15:00–17:00
De frente para o Palácio de Cristal, mas ainda tendo ao fundo o Palácio dos Carrancas, aliás, o Paço Real, evocar-se-ão as visitas régias do último quartel do século XIX. Percorrer-se-ão os jardins, com a Capela de São Carlos Borromeu, os vestígios musealizados dos antigos Paços do Concelho, chegando-se à Casa do Roseiral. Aqui, visita-se a Casa do Roseiral, construída para moradia do diretor do Palácio de Cristal e entretanto transformada em residência oficial do Presidente da Câmara Municipal do Porto. Tem uma vista privilegiada sobre o rio e sobre a cidade. Deve o seu nome às roseiras que a circundam e é o lugar onde se realizam no Município do Porto muitas das cerimónias protocolares e visitas oficiais.
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Caminhos 026
Por Filipe Teixeira
11
11 JUN 2022 15:00–16:30
Extensão Douro © Nuno Pinto
É habitual dizer-se que uma cidade é um organismo vivo. Se é tal, encontremo-nos então num dos pontos mais importantes, o coração desta cidade do Porto – o seu Centro Histórico. Daqui, percorrendo velhas artérias, iremos desembocar na Ribeira, outro dos pontos importantes da cidade que durante séculos compassou o fluxo de pessoas e mercadorias para dentro e para fora do burgo, derivando da sua maior artéria – o Douro.
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Caminhos 025
Por Filipe Teixeira
07
7 JUN 2022 15:00–16:30
Extensão Douro © Nuno Pinto
É habitual dizer-se que uma cidade é um organismo vivo. Se é tal, encontremo-nos então num dos pontos mais importantes, o coração desta cidade do Porto – o seu Centro Histórico. Daqui, percorrendo velhas artérias, iremos desembocar na Ribeira, outro dos pontos importantes da cidade que durante séculos compassou o fluxo de pessoas e mercadorias para dentro e para fora do burgo, derivando da sua maior artéria – o Douro.
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Caminhos 024
07
7 JUN 2022 10:30–12:00
Quinta do Meio [Quinta da Casa Tait] – Entre Quintas, c. 1900. Tulipeiro William C. Tait no jardim. Museu da Cidade | Coleção Pedro Vitorino
Nos riquíssimos redutos verdes constituídos pelos Jardins do Palácio de Cristal, os Jardins da Quinta da Macieirinha – Extensão do Romantismo – e os Jardins da Casa Tait pode encontrar-se uma grande variedade de vegetação nativa e exótica organizada em jardins formais e bosques.
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Caminhos 023
24
24 MAI 2022 10:30–12:00
Vista da Barra, c. 1890. Vista panorâmica da zona de Massarelos e da barra do Douro, vendo-se os fornos da fábrica de cerâmica. Arquivo Histórico Municipal do Porto
Na paisagem de Massarelos avultam-se ainda vestígios de fábricas, de armazéns e oficinas, de linhas de caminhos de ferro e pontes, de bairros operários e ilhas, e umas tantas memórias de um tempo áureo, que teve no antigo edifício do Palácio de Cristal um notável exemplo.
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Caminhos 022
17
17 MAI 2022 10:30–12:00
Capela de Carlos Alberto na Avenida das Tílias, c. 1890. Foto Guedes, Porto. Arquivo Histórico Municipal do Porto
Em abril de 1849 a cidade do Porto recebe Carlos Alberto – o rei exilado da Sardenha. De saúde muito fragilizada e muito desalentado pela derrota sofrida na Batalha de Novara, Carlos Alberto troca a coroa real pela vida singela e de recato, encontrando na cidade do Porto um refúgio para aqueles que viriam a ser os últimos três meses da sua vida.
O percurso percorre lugares de memória da sua estadia no Porto, destacando as três moradas que escolhe como residência, as marcas da sua profunda religiosidade, as suas vivências quotidianas extremamente condicionadas pela doença e os seus companheiros de fim de jornada.
Sem pompas, nem fausto, acaba por morrer aos 50 anos, transformando-se num herói popular portuense.
ABR
Caminhos 021
28
28 ABR 2022 14:30–16:30
Porto, Palácio de Cristal: lago antigo, c. 1890. Foto Guedes. Arquivo Histórico Municipal do Porto
O percurso parte da cota alta dos Jardins do Palácio de Cristal e serpenteia por ruas estreitas até ao Rio Douro, subindo, por último, pela Rua dos Moinhos até à Rua D. Pedro V.
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Caminhos 020
ABR
Caminhos 019
26
26 ABR 2022 14:30–16:00
Quinta do Meio [Quinta da Casa Tait] – Entre Quintas, c. 1900. Tulipeiro William C. Tait no jardim. Museu da Cidade | Coleção Pedro Vitorino
Nos riquíssimos redutos verdes constituídos pelos Jardins do Palácio de Cristal, os Jardins da Quinta da Macieirinha – Extensão do Romantismo – e os Jardins da Casa Tait pode encontrar-se uma grande variedade de vegetação nativa e exótica organizada em jardins formais e bosques.
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Caminhos 018
Quinta do Meio [Quinta da Casa Tait] – Entre Quintas, c. 1900. Tulipeiro William C. Tait no jardim. Museu da Cidade | Coleção Pedro Vitorino
ABR
Caminhos 017
21
21 ABR 2022 14:30–16:30
Vista da Barra, c. 1890. Vista panorâmica da zona de Massarelos e da barra do Douro, vendo-se os fornos da fábrica de cerâmica. Arquivo Histórico Municipal do Porto
Na paisagem de Massarelos avultam-se ainda vestígios de fábricas, de armazéns e oficinas, de linhas de caminhos de ferro e pontes, de bairros operários e ilhas, e umas tantas memórias de um tempo áureo, que teve no antigo edifício do Palácio de Cristal um notável exemplo.
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Caminhos 016
Vista da Barra, c. 1890. Vista panorâmica da zona de Massarelos e da barra do Douro, vendo-se os fornos da fábrica de cerâmica. Arquivo Histórico Municipal do Porto
ABR
Caminhos 015
19
19 ABR 2022 14:30–16:00
Capela de Carlos Alberto na Avenida das Tílias, c. 1890. Foto Guedes, Porto. Arquivo Histórico Municipal do Porto
É precisamente no dia em que Carlos Alberto da Sardenha chega à cidade do Porto, há 173 anos, que se marca o arranque do novo programa dos Caminhos do Romântico: dia 19 de abril às 10H30. A partir de dia 19, e no decorrer de duas semanas, serão apresentados os quatro percursos iniciais a partir dos quais seremos convidados a descobrir o património histórico, natural e cultural do vale de Massarelos
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Caminhos 014
Capela de Carlos Alberto na Avenida das Tílias, c. 1890. Foto Guedes, Porto. Arquivo Histórico Municipal do Porto
MAI
Caminhos 013
Com Paula Lage
07
7 MAI 2022 15:00–16:30
© Fernando Noronha
A sessão tem como ponto de partida a Estação 6 do MdC, o Banco de Materiais. Em plena exposição visualizam-se exemplares da azulejaria de fachada do séc. XIX/ XX que servirão de tema para a deriva pela Cidade.
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Caminhos 012
Com Paula Lage
03
3 MAI 2022 15:00–16:30
© Fernando Noronha
A sessão tem como ponto de partida a Estação 6 do MdC, o Banco de Materiais. Em plena exposição visualizam-se exemplares da azulejaria de fachada do séc. XIX/ XX que servirão de tema para a deriva pela Cidade.
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Caminhos 011
Com Ivo Poças Martins
09
9 ABR 2022 15:00–16:30
Rua Mouzinho da Silveira, Positivo, papel, p/b, fototipia, Centro Português de Fotografia | Coleção de Bilhetes-Postais)
Em 1872 surge o projeto para um novo eixo que uniria o porto ribeirinho à Praça D. Pedro IV, terminando onde viria a ser a Estação de São Bento. Grandes obras e inovações, como o caminho de ferro e a eletricidade, acompanham o surgimento deste eixo. Da Ribeira a São Bento, a Mouzinho produz uma espacialidade urbana que fixa um centro entretanto deslocado da Ribeira para a baixa do Porto.
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Caminhos 010
Casa do Infante ⇥Praça da Ribeira⇥ Largo de São Domingos⇥Igreja de Santo Ildefonso
Com Evelyne Phibel
05
5 MAR 2022 15:00–17:00
Detalhe da planta Redonda de George Black (1813). Arquivo Histórico Municipal do Porto.
Nesta sessão revisitaremos as ruas, praças e largos que definiam a cidade do século XV, interpretando o plano idealizado por João de Almada e Melo (1703-1786).
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Caminhos 009
Com Álvaro Domingues
05
5 ABR 2022 15:00–16:30
Rua Mouzinho da Silveira, Positivo, papel, p/b, fototipia, Centro Português de Fotografia | Coleção de Bilhetes-Postais)
Em 1872 surge o projeto para um novo eixo que uniria o porto ribeirinho à Praça D. Pedro IV, terminando onde viria a ser a Estação de São Bento. Grandes obras e inovações, como o caminho de ferro e a eletricidade, acompanham o surgimento deste eixo. Da Ribeira a São Bento, a Mouzinho produz uma espacialidade urbana que fixa um centro entretanto deslocado da Ribeira para a baixa do Porto.
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Caminhos 008
Praça da República ⇥Rua do Almada⇥ Praça da Liberdade⇥Rua de 31 de Janeiro
Com Manuel Araújo
05
5 FEV 2022 15:00–17:00
O percurso visa lembrar este acontecimento seguindo o itinerário dos revoltosos.
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Caminhos 007
Praça da República ⇥Rua do Almada⇥ Praça da Liberdade⇥Rua de 31 de Janeiro
Com Manuel Araújo
01
1 FEV 2022 15:00–17:00
O percurso visa lembrar este acontecimento seguindo o itinerário dos revoltosos.
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Caminhos 006
Parque da Pasteleira
Com o Colectivo Espaço Invisível
16
16 OUT 2021 12:00–13:00
© Paula Preto
Deriva centrada no Reservatório, primeira estação do Museu da Cidade recentemente aberta ao público.
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Caminhos 005
Parque da Pasteleira
Com o Colectivo Espaço Invisível
16
16 OUT 2021 10:30–11:30
© Paula Preto
Deriva centrada no Reservatório, primeira estação do Museu da Cidade recentemente aberta ao público.
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Caminhos 004
Parque da Pasteleira
Com o Colectivo Espaço Invisível
25
25 SET 2021 12:00–13:00
© Paula Preto
Deriva centrada no Reservatório, primeira estação do Museu da Cidade recentemente aberta ao público.
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Caminhos 003
Parque da Pasteleira
Com o Colectivo Espaço Invisível
25
25 SET 2021 10:30–11:30
Deriva centrada no Reservatório, primeira estação do Museu da Cidade recentemente aberta ao público.
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Caminhos 002
Parque da Pasteleira
Com o Colectivo Espaço Invisível
21
21 AGO 2021 11:00–12:00
© Paula Preto
Deriva centrada no Reservatório, primeira estação do Museu da Cidade recentemente aberta ao público.
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Caminhos 001
Casa Marta Ortigão Sampaio ⇥ Extensão do Romantismo ⇥ Casa Tait
Com Arnaldina Riesenberger e José Franco
07
7 MAR 2020 15:00–16:00
© António Alves
Percurso operativo e contemplativo pelos jardins que recortam o Museu da Cidade com um passeio guiado que se inicia no jardim da Casa Marta Ortigão Sampaio e culmina no jardim Casa Tait, diante do Tulipeiro da Virgínia.
Ver maisCiclo de conversas com convidados em torno de temas do património arquitetónico, artístico ou arqueológico da cidade do Porto. Acontece na segunda quinta-feira de cada mês, às 18H e tem entrada gratuita mediante inscrição.
FEV
Sonda 014
Com Arnaldo Saraiva | Moderação: Rita Roque
09
9 FEV 2023 18:00–19:00
"A Arte dos Versos". Eugénio de Andrade; datiloscrito, 1991. Publicado em Rente ao Dizer, 1992. Biblioteca Pública Municipal do Porto. Papéis de Eugénio de Andrade.
O professor Arnaldo Saraiva, entre mil outros altíssimos atributos, é um experto na obra de Eugénio de Andrade. Neste encontro vai dar-nos a ver, ouvir e a entender, em maior profundidade, esse pendor rigoroso do poeta que o levava a mil variações, correções, emendas de um poema. Esse mergulho será feito sobre o poema “Capricho”, presente na exposição “A Arte dos Versos”, a partir das suas quase duas dezenas de versões.
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Sonda 013
Com Maria Aguiar
12
12 JAN 2023 18:00–19:00
A mais talentosa e bem preparada artista feminina do seu tempo continua a maravilhar-nos com a expressividade e modernidade que imprime às suas composições. A revelação de uma obra, não só pela imagem que representa, mas também pela forma como a artista se apropria e incorpora os materiais de que dispõe, é outro lado fascinante e nem sempre ao alcance do olho humano. Para isso, partimos à (re)descoberta de algumas das obras da coleção Casa Marta Ortigão Sampaio.
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Sonda 012
Com Rui Centeno
15
15 DEZ 2022 18:00–19:00
Justo, 1490-1495. Ouro (Au), João II, Lisboa ou Porto (?), Portugal
A pretexto do aparecimento de um Justo (600 Reais) de D. João II (1481-95) nas escavações arqueológicas efetuadas na Casa do Infante, conta-se um pouco da história desta nova moeda de ouro, cunhada a partir de junho de 1485, nas casas da moeda de Lisboa e Porto. Apesar de, recentemente, a autenticidade de o único Justo produzido no Porto ter sido colocada em dúvida, são apresentados dados de fontes escritas e de afinidades técnicas e estilística entre o exemplar em apreço e moedas de prata do Porto, contemporâneas, que contrariam tal proposta. Tratando-se o Justo de uma das moedas mais raras de numária portuguesa, revela-se uma estimativa do total de moedas cunhadas e uma proposta de ordenação cronológica das diferentes emissões realizadas até ao final do reinado do “Príncipe Perfeito”. O fabrico destas valiosas moedas, segundo Maria José Pimento Ferro, marca o início do período de “esplendor monetário português”.
A esta pequena conversa seguir-se-á uma observação do Justo apresentado na exposição Do Medalheiro Allen ao Gabinete de Numismática, bem como de outros núcleos presentes nesta mostra que se relacionam com alguns acontecimentos importantes da História da cidade do Porto.
NOV
Sonda 011
Com Carolina Barata
10
10 NOV 2022 18:00–19:00
"A Vida" (1901) de António Carneiro
Durante os últimos 6 meses, o Município do Porto desenvolveu um projeto de investigação em colaboração com o CITAR – Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes, Laboratório HERCULES e Laboratório José de Figueiredo, durante o qual teve acesso à unidade laboratorial móvel PT_MOLAB da infraestrutura E-RIHS. Realizaram-se análises laboratoriais que permitiram caracterizar a obra pictórica do pintor António Carneiro ao nível material e técnico. Nesta Sonda, Carolina Barata irá conduzir os participantes por algumas obras do autor, elencando as questões levantadas e os métodos selecionados para lhes dar resposta.
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Sonda 010
com Duarte Belo
13
13 OUT 2022 18:00–19:00
© Duarte Belo
SET
Sonda 009
Com Manuel Luís Real
Moderação de António Manuel Silva
08
8 SET 2022 18:00–19:00
Mosaicos romanos da Casa do Infante
As escavações arqueológicas realizadas nos anos 90 do século XX na Casa do Infante revelaram elementos caracterizadores de um passado mais longínquo, nomeadamente a existência de um edifício do século IV d.C., até então desconhecido. Esse processo deu origem à criação de um museu na Casa do Infante, processo esse que Manuel Luís Real partilhará connosco nesta Sonda.
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Sonda 008
Com Ivo Poças Martins
14
14 JUL 2022 18:00–19:00
Planta do Porto de Leixões, indicando a tinta carmim, as avarias causadas nos molhes pelos temporais de janeiro e fevereiro de 1912. (Arquivo APDL; Imagem Museu da Cidade)
Quando as violentas tempestades de Janeiro e Fevereiro de 1912 destruíram parte dos molhes, Leixões era só um porto de abrigo para os barcos que esperavam travessia segura da Barra do Douro. A partir deste episódio, falaremos das mudanças da condição urbana produzidas pela passagem da função portuária para fora dos limites da cidade canónica.
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Sonda 007
Com Rui Silva e Sílvia Lourenço
09
9 JUN 2022 18:00–19:00
Se o Lonely Planet, o Guide Blue, e o Baedeker são hoje recompilatórios de informações práticas que estão a cair em desuso, o guia como género tem uma história heterotópica, muitos destinos e uma prática inconstante. O exercício de generalizar sobre o outro requer muita imaginação e, inevitavelmente, a criação de uma série de mal-entendidos. Através dos livros presentes na exposição pitorescos e naifs: do guia turístico ao view-master explorar-se-ão algumas das vicissitudes apensas ao aconselhamento turístico.
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Sonda 006
Com Joana Alves-Ferreira e Joana Leite
12
12 MAI 2022 18:00–19:00
Ms. 622 Horas. Orações & Cod. Biblioteca Pública Municipal do Porto. Fotografia de António Alves
Depois de percorrer aproximadamente dois mil quilómetros, Carlos Alberto – o rei exilado da Sardenha – chega, em 1849, ao Porto. Uma escolha de destino final de viagem que se afigura convicta para uma dura jornada, carregada pelo peso da abdicação ao trono e da derrota dos ideais liberais que deixariam por cumprir o sonho de uma unidade italiana. De saúde muito fragilizada e muito desalentado, Carlos Alberto troca a coroa real pela vida singela e de recato do que viriam a ser os últimos três meses da sua vida, acabando por morrer aos 50 anos.
Depressa se transformou numa figura do ideário Romântico portuense e a sua breve passagem pela cidade logo inspirou novas viagens evocativas em torno da sua memória. Os Caminhos do Romântico são prova disso, com o percurso dedicado a Carlos Alberto a fazer dessas deambulações novos pretextos para infindáveis viagens e revelações participadas por novos agentes que se entrecruzam numa relação corpo-espaço-histórias.
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ABR
Sonda 005
Com Marta Bernardes e Mariana Jacob Teixeira
14
14 ABR 2022 18:00–19:00
Aurélia de Souza "Santo António (autorretrato)", c. 1902 Óleo sobre tela 189 x 99 cm. Acervo Museu da Cidade, Coleção Casa Marta Ortigão Sampaio
A obra de Aurélia de Souza é tão singular e valiosa que nas últimas décadas tem recebido uma atenção crescente, uma redescoberta não só nacional como internacional. Mas o arrojo de Aurélia é maior do que o de ter sido uma enorme pintora: foi-o sendo mulher, artista, culta, solteira e provocadora na transição do séc. XIX para o XX, em Portugal.
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Sonda 004
Com Marisa Santos e Isabel Osório
10
10 MAR 2022 18:00–19:00
Insignias de Santiago, Séc. XVI-XVII Castelo da Foz, 1989 Azeviche.
Nesta sessão descobrimos os objetos encontrados no Castelo da Foz, associados aos enterramentos da Igreja Renascentista de São João da Foz.
Ver maisInventário participado de ruas, edifícios, lugares, obras de arte pública, da cidade. Ler as ruas, lugares e edifícios, conduzir o olhar, ver de outras formas e documentar os elementos observados a partir de registos fotográficos, gráficos e escritos. Acontece no último sábado de cada mês às 15H.
FEV
Inventário 013
Com Rita Ladeiro e Inês Ferreira
25
25 FEV 2023 15:00–17:00
"Ciência Suprema", Eugénio de Andrade. Biblioteca Pública Municipal do Porto.
Oficina de escrita e desenho acompanhando a exposição Eugénio de Andrade: A Arte dos Versos onde o processo de fabricação dos poemas e versos de Eugénio é trabalhado. A partir de um processo inicial de escrita e desenho livre procederemos a jogos de depuração dos versos.
Ver maisJAN
Inventário 012
Com Marta Bernardes
28
28 JAN 2023 15:00–17:00
Neste encontro percorreremos a Casa Marta Ortigão Sampaio e mais atentamente as memórias e imagens de Aurélia e Sofia de Souza e a partir delas, por elas, e para elas escreveremos de forma livre e imaginativa, tentando aflorar destas pinturas, desenhos, objetos e espaços as narrativas possíveis, os universos evocados, exercitando uma escrita entre a imaginação e a sensação, complemento ao entendimento e relação com a obra plástica muito para além do exercício racional da História e da crítica. Escrever juntos: um laboratório temporário de recolha de imaginários e afinidades, onde a única coisa que interessa verdadeiramente não é a técnica da escrita, o saber escrever, mas o querer lançar-se nessa aventura de tentar “escutar imagens”.
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Inventário 011
com Paula Cunha e Maria João Calheiros
17
17 DEZ 2022 15:00–17:00
NOV
Inventário 010
Com Marlene Rocha
26
26 NOV 2022 15:00–17:00
Sala Da Mão à Boca, Os Sentidos Não Enganam, METAMORFOSES, Museu Romântico © Vasco Célio/STILLS
Catalogar é inventariar? Porque se catalogam as coleções? Nesta sessão os participantes são convidados a conhecer o processo de catalogação do acervo do Museu da Cidade, a criar uma ficha de inventário, a apreender dicas para inventariar os seus objetos pessoais e a potenciar a construção um novo olhar sobre as coleções quando visitam uma exposição.
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Inventário 009
Com Maria Augusta Martins
29
29 OUT 2022 15:00–17:00
Mapeamento e Gestão da Arte Pública
Quantas peças de Arte Pública existem no Porto? Que cuidados requerem? Como se faz a sua monitorização? Como estão registadas e como se vai atualizando esse inventário? Neste Inventário, Maria Augusta Martins leva-nos aos bastidores do Serviço que cuida da Arte Pública do Porto para depois vermos com um novo olhar as muitas obras com que nos cruzamos nas trajetórias quotidianas pela cidade.
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Inventário 008
Com Daniel Silvestre
24
24 SET 2022 15:00–17:00
Linhas do Douro - Desenho de Daniel Silvestre
Apresentação do trabalho realizado pelo ilustrador Daniel Silvestre para a exposição Douro: Terra e Atmosfera, seguido de exercício de observação e registo a partir de elementos vegetais e minerais oriundos da região do Douro.
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Inventário 007
Com Duarte Belo
30
30 JUL 2022 15:00–17:00
© Duarte Belo
Uma campanha de mapeamento fotográfico do território pode dar origem a vários milhares de imagens. A tecnologia digital, pela redução do custo e facilidades de arquivo, facilitou a produção de fotografias de um modo que nunca tinha sido possível no passado. Decorrente deste processo, há questões que não podem deixar de se colocar quando nos confrontamos com a edição ou com a exposição do trabalho. A seleção de um número reduzido de fotografias pode ser um problema moroso. Teremos que criar linhas orientadoras que nos ajudem a fixar critérios para a escolha das fotografias. Há métodos que nos permitem navegar num enorme caudal de imagens sem que percamos o horizonte. De uma tarefa aparentemente fastidiosa podemos vislumbrar novas formas de olhar o mundo. A construção de objetos de comunicação, como livros ou exposições, cria uma nova camada na realidade, cada vez mais complexa. Mais tarde, quando voltarmos ao campo, estaremos já moldados pela experiência anterior. Observamos a terra, os lugares, com um olhar renovado e a vida com uma liberdade maior.
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Inventário 006
Com Daniel Silvestre
25
25 JUN 2022 15:00–16:30
Entre a observação e o registo gráfico -Desenho de Daniel Silvestre
As valências do desenho no processo expositivo: participar numa reunião de obra ou de projeto expositivo, e registar as ideias, a temperatura das conversas, o visível e o invisível. O registo gráfico, como metodologia adotada nas reuniões preparatórias da nova montagem da Extensão do Romantismo, permite-nos acompanhar o processo do projeto e ampliar a dimensão perceptiva sobre as peças, a sua disposição e suas relações. Neste Inventário pode conhecer-se e experimentar-se esta metodologia facilmente adaptada a outros contextos.
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Inventário 005
Com Patrícia Vieira Campos
28
28 MAI 2022 15:00–17:00
Fotografia de Patrícia Vieira Campos – pormenor de Tabuleiro de Jogo | China, séc. XIX | Acervo Museu da Cidade | Casa Marta Ortigão Sampaio
Proposta de captação de um Livro de Campo de constelação pessoal, roteiro através de um mapa emocional, a encontrar na exposição Metamorfoses: Imanência Vegetal, Animal e Mineral no Espaço Doméstico Romântico. Quando é irresistível capturar todas as imagens pelas quais passamos e a fotografia mobile ocupa todos os espaços, pelo que optar? Olhar de outras formas e registar o que mais nos interessa.
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Inventário 004
Com Marta Bernardes
30
30 ABR 2022 15:00–17:00
Verdures, tapeçaria Flamenga, século XVI, Oficina de Oudenarde ou Enghien. Lã e algodão,26 x 3,8 cm. Acervo Museu da Cidade | Casa Guerra Junqueiro
A própria poesia Romântica Portuguesa nos dá o pé para redescobrirmos esta imanente metodologia: olhar, contemplar, é deixar que se instale a esteira para que venham manifestar-se os mistérios do mundo, as incandescências de nós mesmos. Assim faremos também neste Inventário: caçadores furtivos de transduções possíveis para palavras, de engenhos de fazer um verso, de modos de deixar-se achar por uma palavra bem achada.
Ver maisAtravés do resgate da documentação das estações do Museu da Cidade, propomos ampliar o entendimento das alterações experimentadas ao longo dos tempos. Acontece a cada terceira quinta-feira do mês, às 15H30, e tem entrada gratuita mediante inscrição.
JAN
Resgate 036
Com António Manuel S. P. Silva
16
16 JAN 2025 15:30–16:30
Arquivo Histórico Municipal do Porto. Livro Grande, 1453.
Na Inquirição mandada realizar no Porto por D. Afonso IV em 1339, com o intuito de averiguar os rendimentos da cidade e as taxas devidas ao Bispo e ao Cabido, menciona-se, entre outros produtos, os impostos sobre o comércio da louça, indicando que, para cada carga de pichéis bragueses [de Braga], se pagaria dois pichéis.
Alguns desses jarros ou pichéis têm sido encontrados em escavações arqueológicas realizadas no Porto. Este é o mote para uma conversa sobre a louça que se utilizava na cidade nos séculos finais da Idade Média.
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Resgate 035
Com Rui Alves
21
21 NOV 2024 15:30–16:30
“Oporto”, gravura de J. Holland (1837), da publicação “The Tourist in Portugal”, 1839.
Um manual de 1839 intitulado «The Tourist in Portugal» é o ponto de partida para uma abordagem a cerca de 120 anos de imagens, folhetos, postais e roteiros turísticos da cidade do Porto.
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Resgate 034
Com Luís Aguiar Branco
17
17 OUT 2024 15:30–16:30
A Câmara Municipal do Porto possui um notável arquivo de licenças de obras que informam sobre os projetos arquitetónicos aprovados na cidade. Este vasto manancial informativo é essencial para a análise de todos os aspetos relacionados com a arquitetura: os autores, os clientes, os espaços, os materiais, a estética, a evolução dos modos de habitar, os novos hábitos de socialização e cultura, e constitui um reflexo de quase toda a atividade económica e social de um território.
Como espelho desse ambiente social, os «ateliers photographicos» constituem um momento marcante de inovação, revolução e fascínio.
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Resgate 033
Com Marlene Rocha e Maria Inês Vinagre
19
19 SET 2024 15:30–16:30
Correspondência de António Carneiro Museu do Porto / Coleção Ateliê António Carneiro
António Carneiro foi um dos pintores mais singulares no ambiente artístico do Porto do início do século XX. Os últimos anos da sua vida foram assinalados por acontecimentos determinantes para a sua obra, nomeadamente a morte da sua filha Maria e a inauguração do seu ateliê, em 1925.
Ao longo do ano de 1926, uma série de cartas enviadas por António Carneiro para o seu amigo Joaquim Freitas Gonçalves revelam a espiritualidade que desde jovem o caracterizou e que se acentuou após a morte de Maria. Estes textos, associados a um conjunto de fotografias realizadas pelo pintor na mesma altura, permitem-nos desvendar as vivências, reflexões e momentos de inspiração que partilharam, e a cumplicidade intensa que esteve presente na realização de uma das obras mais celebradas do artista, «Camões lendo os Lusíadas aos frades de São Domingos».
Explorando o diálogo que estabelecem entre palavra e imagem, a apresentação deste conjunto de documentos pretende oferecer um olhar privilegiado sobre o processo criativo de António Carneiro, onde a amizade e a arte se entrelaçaram intimamente.
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Resgate 032
Com Manuel Araújo
22
22 AGO 2024 15:30–16:30
D. António de Castro Meireles no «Acto Medieval» — inauguração do Terreiro da Sé Arquivo Histórico Municipal do Porto
Com a doação do burgo do Porto ao Bispo D. Hugo, a cidade pertenceu à Igreja até 1406. Mas o Porto não deixou de ter esta figura sempre presente nos grandes acontecimentos da cidade, como por exemplo nas inaugurações das pontes e de edifícios emblemáticos ou na comemoração de efemérides. Deles surgiu, também, a proposta para a alteração dos patronos da cidade. Dos que ocuparam a cátedra portuense, foram muitos os que se evidenciaram pela sua obra, seus pensamentos e atitudes, como D. Diogo de Sousa, D. António Barroso e D. António Ferreira Gomes. Evocar estas vozes é o que se pretende com esta apresentação.
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Resgate 031
Com Ana Luísa Ramos e Jorge Costa
18
18 JUL 2024 15:30–16:15
Central do Sousa. Abertura de novas comportas talhadas na rocha junto da barragem: margem esquerda. Fotografia de André Moura, 1929 Biblioteca Pública Municipal do Porto | Fundo Miranda Guedes
António Pinto de Miranda Guedes (1875—1937), engenheiro civil e de minas, ocupou altos cargos da Administração Pública em S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Macau. Funcionário da Câmara Municipal do Porto, a partir de 1923, foi o primeiro diretor do SMAS – Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento. O Fundo Miranda Guedes foi legado à Biblioteca Pública Municipal do Porto na década de trinta do século XX.
Neste Resgate, será apresentado uma parte deste espólio constituído por fotografias, mapas, relatórios, ofícios, estatísticas, entre outros documentos. Serão revelados aspetos sobre a construção de estações (Zebreiros, Sobreiras, Santo Isidro e Barão de Nova Sintra) e realçadas perspetivas da obra nos rios Sousa e Douro e de infraestruturas da cidade do Porto (valas, condutas, tanques e reservatórios).
O trabalho de António Pinto de Miranda Guedes permitiu melhorar o abastecimento de água potável à cidade e aos seus habitantes, refletindo-se na melhoria das condições de salubridade, higiene e saúde pública. Estas obras, realizadas nas décadas de vinte e trinta do século passado, foram documentadas por vários fotógrafos e casas fotográficas do Porto: André Moura, Domingos Alvão, Foto Beleza e Electro Bazar Fotográfica.
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Resgate 030
Com Sérgio Gomes
20
20 JUN 2024 15:30–16:30
N.º 4 : Timorenses. Fotografia n.º 53 da 1.ª Exposição Colonial Portuguesa: concurso de fotografias. Francisco Viana, 1934 / Arquivo Histórico, F-P/CMP/13/59(2) -
As fotografias da Exposição Colonial do Porto são documentos que nos permitem compreender as diferentes dimensões deste evento. Neste resgate, partindo de um conjunto de fotografias da autoria de Francisco Viana, vamos desdobrar estas imagens, procurando compreender os horizontes da sua fabricação e indagar as possibilidades de recriar, continuamente, a sua memória.
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Resgate 029
Com Manuel Araújo
16
16 MAI 2024 15:30–16:30
Fotografia de Ex-voto ao Senhor de Matosinhos / Arquivo Histórico Municipal do Porto
«A pintura popular, em todas as suas expressões, é alvo, hoje em dia, de uma estima nova, não somente pela sua qualidade artística, como também pelo seu conteúdo, às vezes precioso. (…) Neste sentido, não há nada mais útil do que as tábuas votivas, que o povo português antigamente oferecia a certos santos poderosos e da sua predileção, em agradecimento de acontecimentos felizes que julgava procederem de intervenções milagrosas.» – Robert C. Smith, 1964
O resgate de maio documenta uma antiga e importante tradição religiosa – embora cada vez menos presente nos rituais religiosos contemporâneos – numa época em que se acreditava na expressão «a fé é que nos salva».
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Resgate 028
Com Rita Ladeiro
18
18 ABR 2024 15:30–16:30
«Fui possuído pela louca ânsia de representar numa única obra todo o mundo material», declarou Alexander von Humboldt em outubro de 1834. O Cosmo, esse empreendimento colossal de uma vida composto por 5 volumes, será o mote para conhecermos melhor o pensador e visionário, tão destemido quanto singular, que revolucionou a forma como ainda hoje vemos o mundo natural. Homem de contradições e aventuras, Alexander von Humboldt é a personagem perfeita para rumarmos em busca de novos mundos e embarcarmos numa viagem científica, emocional e estética.
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Resgate 027
Com Miguel Marques
21
21 MAR 2024 15:30–16:30
O passado conhece-se em termos de memória coletiva. A própria noção de identidade está ligada ao que perdura, ao que distingue e ao que se recorda.
Tal como defende Gaspar Martins Pereira, «ao longo de quase dois milénios, fez-se, nas encostas xistosas do vale do Douro, uma paisagem vitícola singular, um vinho excecional. Mais do que um dom da natureza, o Vinho do Porto é, na sua essência, essa espessura histórica, um património cultural coletivo de trabalho e experiências, saberes e arte, que gerações e gerações acumularam».
Neste Resgate será explorado um pergaminho do século XIII, que pode ser consultado no Arquivo Histórico Municipal do Porto, no qual D. Dinis determina que os vinhos do Douro podem ser vendidos em barcas, sobre a água, nos concelhos do Porto e Vila Nova de Gaia.
FEV
Resgate 026
Com Júlio Costa
15
15 FEV 2024 15:30–16:30
Postal ilustrado «A Brazileira» em Lisboa e no Porto, 1902, Arquivo Histórico Municipal do Porto
A Biblioteca Pública Municipal do Porto conserva um significativo fundo de bilhete postal ilustrado (BPI) de Portugal, avultando neste o núcleo dedicado
ao Porto antigo. A coleção de postais, circulados ou não, integra várias técnicas de impressão (sobretudo a litografia, a fototipia e a tipografia), alguns formatos atípicos e espécies de proveniências diversas. Através das imagens dos postais, capturadas pelas objetivas de fotógrafos anónimos ou conceituados (Emílio Biel, Aurélio Paz dos Reis, Domingos Alvão, …) ou cunhadas pelo traço de talentosos artistas gráficos e plásticos (Marques de Abreu, Aurélia de Sousa, Amadeo de Souza-Cardoso, …), percorre-se o rio e a cidade, os lugares de outrora e de hoje, perpassam espaços e memórias, ambientes e costumes, gente anónima e personalidades, entrevê-se o que foi a vida económica, social e cultural da urbe.
JAN
Resgate 025
Com Ana Clara Silva
18
18 JAN 2024 15:30–16:30
Esboço para uma caricatura de Guerra Junqueiro, 1950. Desenho de Cruz Caldas. Lápis sobre papel. Arquivo Histórico Municipal do Porto
O caricaturista portuense Cruz Caldas está representado no Arquivo Histórico com um significativo espólio documental relacionado com Guerra Junqueiro, destacando-se o esboço a lápis dos traços físicos do Poeta, um estudo preparatório que terá sido elaborado antes de passar à ilustração definitiva. Em torno desta máscara de Guerra Junqueiro, será apresentado o multiverso de facetas da sua personalidade que o distinguiu até aos nossos dias, nas áreas da Literatura, da Política, do Colecionismo, da Ciência e da Filosofia.
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Resgate 024
Com Daniela Fernandes
21
21 DEZ 2023 15:30–16:30
Fernando Távora, Maria Luísa Meneres Távora [esposa], Maria José Távora, Maria Luísa Távora e José Bernardo Távora [filhos], s.d. Fundação Marques da Silva, Arquivo Fernando Távora
Fernando Távora acreditou profundamente que «cada casa é uma entidade própria, um pequeno mundo que corresponde a um determinado homem vivendo em determinado lugar e em determinado momento». Daí que o espaço construído modele tanto o seu habitante quanto o espelhe.
É neste jogo de sedução que arriscamos fazer caminho e, partindo de sua casa, a Casa da Luz, descobrir o Homem, muito para lá (ou para dentro) do arquiteto.
NOV
Resgate 023
Com Paula Bonifácio
16
16 NOV 2023 15:30–16:30
Fotografia de António Alves
A Biblioteca Pública Municipal do Porto surgiu no contexto das lutas liberais (1832 – 1834), tendo sido fundada a 9 de julho de 1833, por decreto de D. Pedro IV. Durante o seu longo período de atividade, assistimos à sua evolução e adaptação às necessidades dos utilizadores ao longo dos tempos. Iremos navegar pelos sucessivos catálogos, analisando e compreendendo as inovações decorrentes das novas técnicas e tecnologias, mas prosseguindo, contudo, o mesmo objetivo e missão, plasmados no decreto da sua fundação: «A ignorância é a inimiga mais irreconciliável da liberdade».
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Resgate 022
Com Carla Stockler
19
19 OUT 2023 15:30–16:30
Carta do Porto Pré e Proto-histórico, do Instituto de Antropologia do Porto em CORREIA, Mendes (1932) «As Origens da cidade do Pôrto», Gaia: Edições Pátria
A Carta do Porto publicada, pela primeira vez, em 1932 pelo Professor Mendes Corrêa, será o ponto de partida para se abordar o tema da Pré-história recente deste território à porta do Atlântico. Destacaremos a necrópole megalítica das Antas como a primeira monumentalização da paisagem e as suas relações com este e outros territórios da bacia do Douro.
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Resgate 021
Com Madalena Peixoto
21
21 SET 2023 15:30–16:30
Fotografia aérea da zona entre o Oceano Atlântico, a Estrada de Circunvalação (a norte), o Bairro de Casas Económicas de António Aroso (a nascente) e o Lugar de Nevogilde (a sul). D-PIN/c-26(1)
A ideia para a construção dos primeiros parques urbanos surge no século XVII, mas é sobretudo a partir da 2ª metade do século XX que, na Europa, a ideia ganha forma. É neste contexto que surge no Porto a ideia para o Parque da Cidade, cuja concretização se verifica a partir dos anos 80.
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Resgate 020
Com Manuel Araújo
17
17 AGO 2023 15:30–16:30
Perspetiva da entrada da barra da cidade do Porto… - Autoria: Manuel Marques de Aguilar? - 1790 (AHMP)
A partir da primeira metade do século XVI “nasceu” no Porto o primeiro farol português para orientar a navegação. É sobre a história desta rara joia da renascença o Resgate deste mês.
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Resgate 019
Com Rita Monteiro
20
20 JUL 2023 15:30–16:30
Entre as suas paredes discretas, guardam-se segredos que o granito soube preservar. Ao longo dos tempos acolheu valores maiores, diferentes na sua simbologia, mas igualmente importantes na vida da cidade.
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Resgate 018
Com Maria João Sampaio
15
15 JUN 2023 15:30–16:30
1937. No jantar de celebração do n.º 500 da Revista Seara Nova. Fotografia da Casa Comum, Arquivo da Fundação Mário Soares
Romancista, dramaturga e jornalista. A sua escrita aborda temáticas polémicas e tabus da condição feminina. Nas décadas de 1930 a 1960 publicou vários romances, dois dos quais proibidos pela censura. Combativa e independente, toma posições públicas contra o regime de Salazar e apela à participação cívica das mulheres. Perseguida pela PIDE e pela censura, decide exilar-se no Brasil. Por ter transgredido as normas, o seu nome foi silenciado e apagado da história da literatura portuguesa.
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Resgate 017
Com Manuel Ferreira
18
18 MAI 2023 15:30–16:30
A publicidade na vida deste portuense foi muito mais do que uma questão profissional. Desde cedo percebeu a importância das longas amizades, pelo que as temporadas estivais eram imperdíveis.
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Resgate 016
Com Joana Leite
20
20 ABR 2023 15:30–16:30
A 19 de abril de 1849, o Porto emociona-se ao receber o exílio de um rei que acabara de perder a sua cruzada pela independência italiana. Para o Porto veio apenas como Conde de Barge, quase sozinho, e despojado de qualquer pompa. A única exigência que fez à cidade foi a de recolhimento, mas os testemunhos da sua passagem ecoam até os dias de hoje.
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Resgate 015
Com Manuel Araújo
16
16 MAR 2023 15:30–16:30
Casa da Roda do Porto - Desenho de Joaquim Vilanova - c.1835 (AHMP)
Há muito tempo, para evitar o abandono em locais ermos das localidades, foi publicado em decreto régio que todos os municípios tivessem uma casa de roda para as crianças enjeitadas.
O Porto também a teve, em diferentes locais ao longo dos tempos, contudo, também outras rodas giraram para deixarem estas meninas e meninos inscritos no Rol dos Enjeitados.
FEV
Resgate 014
Com Rui Alves
16
16 FEV 2023 15:30–16:30
"Pirolito" (?): Santo António mudando o nome da rua 31 de janeiro para rua de Santo António, [193?] – [193?], AHMP
São cerca de duas dezenas as referências a datas na Toponímia do Porto. Nesta sessão vamos conhecer um “calendário” composto por lugares, (re)lembrar onde se encontram, que outros nomes tiveram e os acontecimentos que cada um deles evoca.
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Resgate 013
Com Maria Inês Vinagre
19
19 JAN 2023 15:30–16:30
Salão de Baile do Museu Romântico da Quinta da Macieirinha — Porto, 1972
Na Quinta da Macieirinha, lugar da ilustre casa de Entre-Quintas onde residiu o Rei Carlos Alberto da Sardenha, inaugurou-se a 28 de julho de 1972 o Museu Romântico do Porto. Nestes seus 50 anos de existência, diversas foram as mudanças operadas no espaço, pelo que convidamos a uma análise dos diferentes roteiros que foram implementados ao longo do tempo, representativos simultaneamente da mudança, da evolução, e da persistência.
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Resgate 012
Com Daniela Fernandes
15
15 DEZ 2022 15:30–16:30
Sem perder de vista as palavras de José Tolentino de Mendonça, seria triste constatar que a nossa mesa de Natal foi afinal uma oportunidade perdida, porque a abundância dos alimentos acabou por agravar a fome de afeto e de sentido que trazemos, todo o ano, connosco, o desafio deste resgate é olhar o Natal através da(s) Ceia(s) de Consoada retratadas pela literatura portuguesa. Numa doce viagem, recuaremos ao tempo em que o bolo-rei ganhou lugar à mesa em Portugal e, em particular, no Porto.
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Resgate 011
com Maria João Calheiros
17
17 NOV 2022 15:30–16:30
A nova sala do Teatro Príncipe Real do Porto, [1909] – [1909], Arquivo Histórico Municipal do Porto Cota: F-NV/FG-M/11/187
Desde a sua origem que o Teatro Sá da Bandeira tem sido um dos palcos mais marcantes da atividade artística da cidade do Porto. Assim, são convidados a entrar e a descobrir as múltiplas roupagens com que se vestiu esta sala de espetáculos, ao longo de mais de um século de atividade.
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Resgate 010
Com João Paulo Lopes
20
20 OUT 2022 15:30–16:15
Visita da Rainha Isabel II e Duque de Edimburgo ao Porto: cortejo real na Avenida dos Aliados; 1985. Arquivo Histórico Municipal do Porto. Cota: F-C/CMP/10/89(2)
Nesta sessão será evocada a visita oficial da Rainha Isabel II e do Duque de Edimburgo ao Porto, em 29 de março de 1985, sendo revelados detalhes do programa e participantes, destacando a cerimónia nos Paços do Concelho, o almoço na Casa do Infante e a exposição Os ingleses e o Porto no Palácio da Bolsa.
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Resgate 009
Com Carla Cruz
15
15 SET 2022 15:30–16:15
Foz – Avenida de Carreiros. [1900]
Nesta sessão pretende-se dar a conhecer a importância da abertura destas artérias para ligação da Foz do Douro a Matosinhos, bem como do património envolvente à frente marítima do Porto.
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Resgate 008
Com Nisa Félix
18
18 AGO 2022 15:30–16:45
Igreja de Santo Ildefonso [195?]. Fotografia da autoria de Teófilo Rego [AHMP - F-P/CMP/10/463].
Jorge Colaço notabilizou-se na área da azulejaria e é reconhecido pelas suas capacidades inovadoras nos processos e técnicas de produção. Dois dos seus trabalhos mais célebres encontram-se na invicta – os revestimentos azulejares da Estação de São Bento e da Igreja de Santo Ildefonso. Mas o artista tem ainda mais dois trabalhos na cidade do Porto – na Igreja de Santo António dos Congregados e na Capela de Nossa Senhora da Boa Hora de Fradelos. Neste Resgate serão abordados aspetos históricos, simbólicos e iconográficos destes conjuntos, nunca esquecendo a importância da arte do azulejo na difusão de doutrinas e ensinamentos.
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Resgate 007
Com Rui Alves
21
21 JUL 2022 15:30–16:15
São Vicente, mártir: venera-se na Igreja de São Nicolau da cidade do Porto [18??]
No Porto festeja-se o São João, no entanto, o padroeiro, ou padroeira da cidade é a Nossa Senhora da Vandoma. Mas só desde o século XX. Nesta sessão dão-se a conhecer histórias sobre os padroeiros e outros santos da cidade
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Resgate 006
Com Evelyne Phibel
30
30 JUN 2022 15:30–16:15
O Tripeiro – Série 2, Ano 1, nº1 (1919), P.15. Arquivo Histórico Municipal do Porto.
A igreja que se vestiu de ouro e azul entre as décadas de 30 a 50 do século XVIII esconde elementos que remontam a épocas mais recuadas. Neste Resgate, a partir da análise do templo barroco propõe-se o encontro com várias marcas do seu passado.
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Resgate 005
Com António Manuel Silva
19
19 MAI 2022 15:30–16:15
Primeiro registo civil de nascimento da Administração do Bairro Ocidental do Concelho do Porto, de 8 de janeiro de 1879. Arquivo Histórico Municipal do Porto. Cota: TG-a/661 - f. 1
A partir dos primeiros livros do Registo Civil do Porto analisa-se a importância da lei do registo civil e os traços essenciais dos cidadãos que recorreram a esse serviço, verdadeiro símbolo da liberdade de consciência e da laicização do Estado.
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Resgate 004
Com Rosário Guimarães.
21
21 ABR 2022 15:30–16:30
Ex-libris do Gabinete de História da Cidade do Porto
Os ex-libris são “documentos” que garantem um direito, e refletem as caraterísticas da personalidade do possuidor. Sendo elementos artísticos e gráficos que representam um indivíduo ou instituição permitem-nos também conhecer a arte dos seus produtores.
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Resgate 003
Com Daniela Fernandes
17
17 MAR 2022 15:30–16:15
© Álvaro Domingues
Neste Resgate, a partir da exposição Mouzinho: da Ribeira ao Aeroporto, a viagem também começará na abertura do arruamento, para prosseguir olhando a sua evolução ao longo de todo o século XX e XXI.
Ver maisProgramas operativos, oficinas, visitas e outras atividades, ao longo de um dia, envolvendo a vizinhança de cada espaço do museu. Acontece no primeiro domingo de fevereiro, junho e outubro, às 10H.
OUT
Dia do Vizinho 009
Com amigos, vizinhos e equipas do Museu e das Bibliotecas do Porto
13
13 OUT 2024 10:00–18:00
O Dia do Vizinho é um dia especial no Museu e Bibliotecas do Porto: a cada quatro meses, uma das nossas casas abre-se em atmosfera de festa para oferecer uma programação gratuita, intensiva e cocriada com a população que partilha connosco o território e o afeto.
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JUN
Dia do Vizinho 008
Com amigos, vizinhos e equipa do Museu do Porto
02
2 JUN 2024 10:00–18:00
Fotografia de Rui Oliveira
O Dia do Vizinho é um dia especial no Museu e Bibliotecas do Porto: a cada quatro meses, uma das nossas casas abre-se em atmosfera de festa para oferecer uma programação gratuita, intensiva e cocriada com a população que partilha connosco o território e o afeto.
Neste Dia do Vizinho celebramos, também, o Dia Mundial da Criança e esta programação terá um enfoque especial em atividades infantojuvenis e para famílias.
FEV
Dia do Vizinho 007
Com os monitores, amigos e vizinhos do Museu do Porto
04
4 FEV 2024 10:00–18:00
© Rui Oliveira
Para se dar a conhecer a programação do Museu do Porto junto das comunidades locais, realizamos o DIA DO VIZINHO onde em torno de alguns dos espaços do museu acontece quadrimestralmente um domingo de atividades abertas a todos e gratuitas. Convidamos todos a estarem presentes no próximo DIA DO VIZINHO, a realizar no dia 4 de fevereiro, das 10h às 18h, no Museu Romântico.
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Dia do Vizinho 006
Com os monitores, amigos e vizinhos do Museu do Porto
01
1 OUT 2023 10:00–18:00
Para se dar a conhecer a programação do Museu do Porto junto das comunidades locais, realizamos o DIA DO VIZINHO onde em torno de alguns dos espaços do museu acontece quadrimestralmente um domingo de atividades abertas a todos e gratuitas. Convidamos todos a estarem presentes no próximo DIA DO VIZINHO, a realizar no dia 1 de outubro, das 10h às 18h, no Reservatório.
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Dia do Vizinho 005
Com os monitores, amigos e vizinhos do Museu do Porto
04
4 JUN 2023 10:00–18:00
© Rui Oliveira / Museu do Porto
Para se dar a conhecer a programação do Museu do Porto junto das comunidades locais, realizamos o DIA DO VIZINHO onde em torno de alguns dos espaços do museu acontece quadrimestralmente um domingo de atividades abertas a todos e gratuitas. Convidamos todos a estarem presentes no próximo DIA DO VIZINHO, a realizar no dia 4 de junho, das 10h às 18h, no Museu Guerra Junqueiro.
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Dia do Vizinho 004
Com os monitores, amigos e vizinhos do Museu da Cidade do Porto
05
5 FEV 2023 10:00–18:00
© Sérgio Rolando
Programa de ativação das estações do Museu da Cidade do Porto com programas operativos, oficinas, visitas e outras atividades, ao longo do dia, envolvendo toda a vizinhança de cada estação. O Dia do Vizinho é um programa de domingo gratuito, para vos dar a conhecer as atividades que desenvolvemos nos vários espaços que compõem o Museu da Cidade do Porto.
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Dia do Vizinho 003
Com os monitores do MdC
04
4 SET 2022 10:00–18:00
© Sérgio Rolando
Programa de ativação das estações do MdC com programas operativos, oficinas, visitas e outras atividades, ao longo do dia, envolvendo toda a vizinhança de cada estação. O Dia do Vizinho é um programa de domingo gratuito, para vos dar a conhecer as atividades que desenvolvemos nos vários espaços que compõem o Museu da Cidade.
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Dia do Vizinho 002
Com os monitores do Museu da Cidade
05
5 JUN 2022 10:00–18:00
© Sérgio Rolando
Programa de ativação das estações do MdC com programas operativos, oficinas, visitas e outras atividades, ao longo do dia, envolvendo toda a vizinhança de cada estação. O Dia do Vizinho é um programa de domingo gratuito, para vos dar a conhecer as atividades que desenvolvemos nos vários espaços que compõem o Museu da Cidade.
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Dia do Vizinho 001
Com os monitores do MdC
06
6 MAR 2022 10:00–18:00
© Sérgio Rolando
Programa de ativação das estações do MdC com programas operativos, oficinas, visitas e outras atividades, ao longo do dia, envolvendo toda a vizinhança de cada estação. O Dia do Vizinho é um programa de domingo gratuito, para vos dar a conhecer as atividades que desenvolvemos nos vários espaços que compõem o Museu da Cidade.
Ver maisPrograma em torno da voz, da palavra e do som, com ativações performativas, que propõe gestos vivos e ao vivo. Para ouvir, sozinha/o, em grupo ou em família. Acontece em dias de inauguração e sábados imediatamente a seguir.